Vem aí a 19ª edição dos Jogos de Integração Cooperativista – Cooperjogos. Os preparativos para este encontro estão a mil e, neste ano, mais de 630 atletas, entre dirigentes, associados, colaboradores de cooperativas e seus familiares se inscreveram nos jogos, um recorde para o evento, que contará com a presença de 740 pessoas.
O Cooperjogos faz parte do calendário anual de atividades do Sistema OCDF-SESCOOP/DF e é promovido em celebração ao Dia Internacional do Cooperativismo, comemorado no primeiro sábado de julho. O evento cumpre seu papel de incentivar saúde, qualidade de vida e lazer por meio da prática esportiva, com muita diversão e integração entre quem faz parte do cooperativismo do Distrito Federal.
Ao todo, são 20 modalidades esportivas, como: natação, atletismo, futebol society, voleibol, dominó, sinuca, cabo de guerra, jogos eletrônicos, entre outras. O Cooperjogos reúne representantes dos seis ramos do cooperativismo presentes no DF e tem busca fomentar a integração e o trabalho em equipe entre os atletas. Ao final dos jogos, as equipes receberão medalhas de acordo com a classificação do 1°, 2° e 3° lugar das modalidades e sorteio de brindes.
O 19º Cooperjogos será realizado no dia 17 de agosto, das 8h as 17h, no Sesi Taguatinga.
Solenidade de encerramento premia vencedores
Para fechar com chave de ouro o 19º Cooperjogos, será realizada uma grande festa de encerramento. Na ocasião, serão divulgados os vencedores, além da entrega de troféu.
O encerramento do Cooperjogos contará ainda com o tradicional concurso que elegerá a Miss e o Mister Cooperativismo 2019. O evento reúne dirigentes de cooperativas, cooperados e atletas que participaram das atividades esportivas. O Cooperjogos celebra a união e a integração entre as cooperativas do Distrito Federal.
Serviço:
O que: 19º Cooperjogos
Onde: Sesi Taguatinga Norte - St. F Norte QNF 24
Quando: 17 de agosto, a partir das 8h
Garantir um tratamento tributário adequado às cooperativas na Reforma Tributária. Representantes do Sistema OCB e da diretoria da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) se reuniram na manhã desta quarta-feira, na sede da OCB, para debater a sugestão de um texto que contemple a realidade do setor e seja incluído na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45/2019, a Reforma Tributária.
A ideia é garantir, com essa emenda, que as especificidades do modelo de negócio cooperativista sejam respeitadas sem atrelar diretamente ao conceito de ato cooperativo. Além disso, deixar expressa a não incidência de tributos na cooperativa e sim no cooperado, que é beneficiário final, o que evitaria a incidência de tributação em duplicidade. Outro ponto importante é defender que a relação entre cooperado e cooperativa não tenha uma carga tributária maior do que aquela que incidiria em outros tipos de formatos societários ou se ele operasse individualmente no mercado.
Participaram da reunião, pelo Sistema OCB, o presidente Márcio Freitas e os presidentes das unidades estaduais de São Paulo e do Paraná, Edivaldo Del Grande e José Roberto Ricken, respectivamente. Pela Frencoop, estiveram presentes os deputados Evair de Melo (PP/ES), Celso Maldaner (MDB/SC), Schiavinato (PP/PR), Leandre (PV/PR), Sergio Souza (MDB/PR), Domingos Sávio (PSDB/MG), Zé Vitor (PMN/MG), Alceu Moreira (MDB/RS) e Darci de Matos (PSD/SC), e o senador Luis Carlos Heinze (PP/RS).
Debates na Comissão Especial
A PEC 45/2019, apresentada pelo deputado Baleia Rossi (MDB/SP), pretende simplificar o sistema tributário nacional com a extinção de três tributos federais (IPI, PIS e Cofins), um estadual (o ICMS) e um municipal (o ISS), todos incidentes sobre o consumo. No lugar, propõe criar um tributo sobre o valor agregado, chamado de Imposto sobre Operações com Bens e Serviços (IBS), de competência dos três entes federativos, e outro sobre bens e serviços específicos (Imposto Seletivo), de competência federal.
Na Comissão Especial, o relator da matéria, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP/PB), apresentou o plano de trabalho propondo seminários nas cinco regiões do país, ainda sem datas definidas, e oito audiências públicas, sempre às terças-feiras a partir do próximo dia 20. Por meio de requerimento apresentado pelo deputado Celso Maldaner, o Sistema OCB será incluído em uma das audiências para apresentar os impactos da reforma para as cooperativas.
Além da Reforma Tributária, outra pauta prioritária no Congresso Nacional voltou à tona com a retomada dos trabalhos semana passada: a Reforma da Previdência. A proposta foi aprovada na Câmara dos Deputados e já começou a ser debatida no Senado Federal.
A Frencoop
Composta ao todo por 268 deputados e 38 senadores, a Frencoop tem a missão de pautar os temas de interesse do cooperativismo no Congresso, divulgando e defendendo as principais ações para o desenvolvimento do setor no país.
Tem o principal objetivo de garantir um ambiente favorável para que o cooperativismo possa se desenvolver. Isso pode ocorrer por meio de votações de projetos no Poder Legislativo ou no processo de formulação de normativos e de políticas públicas do governo. Periodicamente, a Diretoria Executiva da OCB se reúne com a Diretoria da Frencoop, em Brasília, para definir prioridades.
Fonte: Sistema OCB
Estão abertas as inscrições para o curso Básico de Cooperativismo. O curso será realizado entre os dias 20 a 23 de agosto, 9h às 12h, na sede do Sescoop-DF. As inscrições são gratuitas.
O curso é aberto para ao público em geral e para quem atua em cooperativas do Distrito Federal. O encontro possibilita o acesso a informações fundamentais sobre o cooperativismo e tem como objetivo preparar os participantes para adesão ou atuação mais eficaz nesse modelo de organização socioeconômico.
O curso será ministrado por Hioly Nascimento. Especialista em Direito Cooperativo, Hioly possui experiência na área de Cooperativismo, Gestão Cooperativa, Assembleias, Planejamento Estratégico e Governança Cooperativa.
Em tempos de modernização e novas tecnologias, ter conhecimentos básicos em informática e suas ferramentas é de fundamental importância para estar conectado e mais preparado para o ambiente corporativo.
A ferramenta Excel, por exemplo, é bastante utilizada no dia a dia das empresas, seja para situações simples e cotidianas ou até para atividades mais complexas. Pensando nisso, o Sistema OCDF-SESCOOP/DF abre inscrições para curso de Excel Básico, que será realizado de 12 a 19 de agosto, 8h às 11h35, no Senac-DF.
O curso tem como objetivo capacitar os participantes para que possam ter acesso a informações básicas de informática, além de aprimorar os conhecimentos de recursos do Excel. As inscrições são gratuitas.
Conteúdo programático
Conhecendo o Excel; O que é uma planilha eletrônica; como criar uma planilha de uso prático; Preparação de outras aplicabilidades; Gráficos; Impressão; Funções; Segurança de Dados; Recursos de revisão.
O Distrito Federal se prepara para lançar, oficialmente, a Frente Parlamentar do Cooperativismo local, na Câmara Legislativa do DF. O lançamento da Frencoop-DF será realizado no dia 9 de agosto, durante sessão solene que homenageará, também, o 97º Dia Internacional do Cooperativismo, comemorado no primeiro sábado de julho.
A solenidade contará com a presença de autoridades, deputados, dirigentes e associados de cooperativas e colaboradores do Sistema OCDF-SESCOOP/DF. Será uma oportunidade de celebrar os bons resultados do cooperativismo do Distrito Federal.
A Frente Parlamentar é um dos principais canais de representação do cooperativismo na Câmara Legislativa e possibilita aos parlamentares a união de forças em prol dos interesses e do desenvolvimento do setor, apresentando leis e contribuindo com a evolução do modelo de negócio.
Durante a sessão solene, uma parceria entre o Sistema OCDF-SESCOOP/DF e o presidente da Frencoop-DF, deputado Roosevelt Vilela, serão homenageadas às personalidades do cooperativismo que trabalharam e trabalham em prol do desenvolvimento das cooperativas e do modelo de negócios no DF.
De acordo com Roosevelt Vilela: “o cooperativismo é um segmento que precisa do nosso reconhecimento e valorização e, por isso, estamos à disposição do setor. A criação da Frente Parlamentar do Cooperativismo do Distrito Federal tem por objetivo contribuir para propor soluções e defender as bandeiras cooperativistas na Câmara Legislativa”.
Sobre a Frencoop-DF
A Frencoop no Distrito Federal foi reativada por iniciativa do deputado Roosevelt Vilela, no início do ano, e conta com a adesão de 9 parlamentares. A Frente já tem somado forças ao lado do Sistema OCDF-SESCOOP/DF para apoiar o desenvolvimento das cooperativas em todo o DF.
“Acreditamos que fortalecer e impulsionar o setor no Distrito Federal trará resultados efetivos para a economia e para muitos dos desafios que estão postos para a nossa cidade. Vários empreendedores, se não tivessem o cooperativismo como alternativa, não conseguiram colocar os seus produtos no mercado. Desta forma, a Frente está aberta ao diálogo para discutir propostas de leis, pleitos e alternativas que visam o fortalecimento do cooperativismo”, finaliza Roosevelt.
Serviço
O que: Sessão Solene de lançamento da Frencoop-DF
Quando: 9 de agosto, às 9h
Onde: Plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal
O Sistema OCDF-SESCOOP/DF divulga a lista de selecionados para concorrer ao concurso de Miss e Mister Cooperativismo, a ser realizado durante a solenidade de encerramento da 19ª edição do Cooperjogos, no dia 30 de agosto. Classificados por ramos, os nomes dos selecionados estão disponíveis abaixo.
AGROPECUÁRIO | Daniele Aparecida Xavier da Silva | 055.799.971-59 |
AGROPECUÁRIO | Maick André Alves de Sousa | 048.529.831-78 |
CRÉDITO | Ericka Marques Barbosa | 079.985.516-23 |
CRÉDITO | Alfredo Rossi Saldanha Cunha | 048.585.791-07 |
PRODUÇÃO | Ana Carla Borges Rodrigues | 022.216.821-81 |
PRODUÇÃO | Pedro Guilherme Moura Dias | 063.418.131-98 |
REPRESENTAÇÃO | Amanda Oliveira Breda Rezende | 004.955.101-90 |
REPRESENTAÇÃO | Jean de Jesus Fernandes | 005.078.341-60 |
TRABALHO | Pamela Thayna de Oliveira Carvalho | 065.304.341-43 |
TRABALHO | Lucas Linard Claudino de Andrade | 056.244.001-10 |
EDUCACIONAL | Rafael Pereira Dias | 008.858.081-42 |
EDUCACIONAL | Larissa Gabriele Rodrigues da Silva | 039.632.391-07 |
Idealizado com o objetivo de divulgar o cooperativismo e de promover o sentimento de orgulho naqueles que já vivem a realidade de uma empresa cooperativa, o Movimento SomosCoop está a um passo de ter sua marca reconhecida nacionalmente. É que ela está entre as marcas que disputam o prêmio Brasil Design Award, na categoria Design de Impacto Positivo. A premiação está na 9ª edição é uma iniciativa da Associação Brasileira de Empresas de Design (Abedesign).
“Para nós é uma grande honra estar entre as finalistas e é também uma oportunidade de mostrar ao Brasil que o cooperativismo vale a pena. Estamos trabalhando com o SomosCoop há pouco mais de dois anos e, para alcançar nossos objetivos, a participação das cooperativas é essencial”, comenta a gerente de Comunicação do Sistema OCB, Daniela Lemke, responsável pelo desenvolvimento das ações do movimento, em nível nacional.
Segundo ela, além de aderirem ao SomosCoop, o que é totalmente gratuito, as cooperativas podem votar participar da premiação, votando na marca que representa o modelo mais humanizado de fazer negócios: o cooperativismo. Além das cooperativas, unidades estaduais, parceiros e entusiastas do setor também podem registrar o voto. Para isso, basta clicar aqui. O prazo de votação termina no dia 5/8.
“Votar no SomosCoop é contribuir com a ressignificação da imagem do cooperativismo brasileiro. Nós abraçamos e vivemos uma filosofia de negócios que transforma o mundo num lugar mais justo, feliz, equilibrado e com melhores oportunidades para todos. Contamos com a participação de todos votando e divulgando essa votação popular. Quanto mais votos, melhor!”, avalia a Daniela.
SomosCoop
O SomosCoop é um movimento que levanta a bandeira do cooperativismo no Brasil. A principal meta é conectar cooperativas, cooperados e integrantes do Sistema OCB em torno de uma única causa para tornar o cooperativismo conhecido e reconhecido na sociedade. Este movimento busca, ainda, despertar a consciência das pessoas para a importância do cooperativismo e gerar orgulho naqueles que abraçam a causa.
O prêmio
Esta é a 9ª edição do Brasil Design Award, uma iniciativa da Associação Brasileira de Empresas de Design – Abedesign. O prêmio conta com 10 categorias principais: Branding, Craft For Design, Design de Ambiente, Design de Embalagem, Design de Impacto Positivo, Design de Produto, Design de Serviço, Design Digital, Design Editorial e Design Gráfico. Suas categorias são divididas em 78 subcategorias e buscam representar o cenário do design nacional.
Fonte: Sistema OCB
A segunda-feira, 22, foi um dia de muito trabalho para o Sistema OCDF-SESCOOP/DF. O presidente Remy Gorga Neto reuniu-se com Nelson Fraga, superintendente da Superintendência para o Desenvolvimento do Centro Oeste (Sudeco). Na oportunidade, foram discutidos temas de grande importância para o cooperativismo do Distrito Federal, bem como propostas para viabilizar projetos em diversos ramos.
Dentre os assuntos, foram debatidas as oportunidades de investimentos em turismo rural, apoio financeiro para as cooperativas de produção de orgânicos, incremento para o crescimento do setor cooperativo de produção de flores e plantas ornamentais, além do aumento de renda dos catadores e outros.
O superintendente da Sudeco recebeu com entusiasmo as propostas apresentadas pelo presidente Remy Gorga Neto. “O encontro foi uma oportunidade de estreitar parcerias entre o sistema e a Sudeco, de modo a incentivar parcerias e desenvolver o setor”, afirma.
Na reunião, foi debatido encontro a ser realizado entre os presidentes das Unidades Estaduais que compõem a Feecop CO/TO e o superintendente Nelson Fraga para discussão de ações em prol do desenvolvimento da região.
Cerca de 180 pessoas representando 49 cooperativas educacionais de todo o país se reuniram nesta quarta-feira, 24, para participarem de um Seminário Nacional. Promovido pela OCB, o encontro teve como objetivo discutir gestão e inovação do negócio e contou com palestras e discussões acerca de gestão do negócio cooperativo, cenário educacional, gestão e inovação do ambiente escolar, entre outros, além de atividades de alinhamento estratégico.
O Sistema OCDF-SESCOOP/DF marcou presença nos debates do encontro nacional. “Percebemos, em eventos como esse, que as cooperativas educacionais são propulsoras das mudanças sociais que os brasileiros anseiam, pois acreditamos que é por meio da educação que as mudanças acontecem”, avaliou Carla Madeira, superintendente do Sescoop-DF.
A condução das reflexões a respeito dos assuntos pertinentes ao evento ficou por conta da analista de Desenvolvimento e Gestão de Cooperativas do Sistema OCB, Pamela Lima, do presidente da Unimed Fortaleza, Elias Leite, do palestrante Renato Casagrande, especialista em educação, da gerente de Relações Institucionais da OCB, Fabiola Motta, o professor da Universidade de Brasília, Francisco Thiago Silva, e o diretor de Marketing da Tecnisa, Romeo Busarallo, especialista em inovação.
A programação do seminário também contou com um painel moderado pela gerente Técnica e Econômica da OCB, Clara Maffia, e que teve por objetivo apresentar um pouco do que tem sido feito pela OCB em prol das cooperativas educacionais. O painel também teve a participação dos representantes das cinco regiões do país no Conselho Consultivo do Ramo Educacional, coordenado pelo Ricardo Lermen.
NÚMEROS
O ramo educacional abrange 265 cooperativas no Brasil, com 60,7 mil cooperados e 3,4 mil empregados, segundo o Anuário do Cooperativismo Brasileiro.
Com informações do Sistema OCB
O cooperativismo está cada vez mais desenvolvido e representa um modelo de negócios benéfico para os que atuam direta e indiretamente no sistema. Com vistas a demonstrar a pujança das cooperativas na promoção de iniciativas que impactam diretamente as comunidades onde estão inseridas, o Brasil parou, no último sábado, 6 de julho, para celebrar o Dia de Cooperar, também conhecido como Dia C.
O Dia C se define como um movimento nacional de iniciativas voluntárias, transformadoras e contínuas, promovidas durante todo o ano pelas cooperativas, sendo celebradas, anualmente, no primeiro sábado do mês de julho, junto do Dia Internacional do Cooperativismo que, em 2019, chegou a sua 97ª edição.
No Distrito Federal, a celebração superou expectativas e mostrou que o cooperativismo está em franco crescimento. Foram mais de 20 parceiros promovendo atividades e oito apresentações culturais que animaram cerca de 1300 pessoas no Itapoã, região administrativa do DF.
O Sistema OCDF-SESCOOP/DF promoveu uma grande festa da cooperação. Realizada no Distrito Federal desde 2014, a celebração de 2019 foi um verdadeiro sucesso, atendendo os moradores da comunidade do Itapoã que receberam uma série de atendimentos: Aferição de Pressão; Apresentações culturais e artísticas; Cadastro para estágio; Corte de cabelo e design de sobrancelha; Distribuição de alimentos; Distribuição de mudas e sementes; Sorteio de cursos; Exame de vista; Pintura de rosto e animação infantil; Educação Financeira; Orientação jurídica; Orientação e cuidados com cabelos crespos e cacheados; Feira de troca de livros; Verificação de glicemia e Orientação para emissão de carteira de trabalho.
Cerca de 220 voluntários estiveram na celebração realizando atendimento ao público presente. De acordo com Remy Gorga Neto, presidente do Sistema OCDF-SESCOOP/DF: “o cooperativismo trabalha na linha de frente do desenvolvimento socioeconômico do país. Celebrar as importantes conquistas que tivemos é uma forma de disseminar a cultura da cooperação para a sociedade’’, declarou.
Cooperativas participantes da celebração do Dia C:
Aurora Alimentos – Distribuição de alimentos
Confebras - CooperaEduca
Coopersystem - Orientação de Carreira; Orientação para elaboração de currículo
Coopcare - Verificação de Glicemia Capilar e pressão arterial
Coopermais Saude - Verificação de Glicemia Capilar e pressão arterial
Cooplem Idiomas - Contação de histórias
Multi Flor - Distribuição de Mudas e Sementes
Rede Alternativa e Recicla Mais Brasil - Orientações de descarte
Sicredi Planalto Central - Praticas Sobre Educação Financeira; Oficinas de Pipas
Sicoob - Clínicas Financeiras
Instituições parceiras participantes do Dia C:
Adasa - Dinâmica - Despoluição do Lago
Administração do Itapoã - Orientações e Cadastro de Empresas
Asban - Turma da economia
CIEE - Divulgação de Vagas de estágio; Triagem de candidatos; Orientação sobre cadastro no portal CIEE
Conselho Tutelar – Orientações para a comunidade
Fundação Regional de Assistência Oftalmológica (FRAO) - Exames de Vista
Instituto Embelleze - Corte de cabelo e design de sobrancelha
Moreira Rodrigues Advogados - Orientação Jurídica
Sabin - Aferição da pressão e índice de gordura e massa
Secretaria de Trabalho (Setrab) - Orientações para emissão de Carteira de Trabalho
Sistema OCDF-SESCOOP/DF - Promoção da Cultura Cooperativista
Via Cachos - Alisa não, mamãe!
Apresentações culturais
Associação Positiva de Brasília - Orquestra Percussiva do Itapoã
Cooplem Idiomas - Contação de Histórias
Léo Viana & Rafael - Música Sertaneja
Grupo Sensação Paraense - Dança Carimbó
Bumba meu Boi - Encanto de Itapoã e Paranoá
Grupo de Quadrilha Se deu Tá dado - Quadrilha
Pedro Quevedo e Luiza Lapa - Apresentação musical
Grupo Ubuntu - Aulão de Capoeira
A Receita Federal do Brasil (RFB) revisou o entendimento anterior sobre câmbio exportação e reconheceu a aplicação da alíquota zerada do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) mesmo quando os recursos forem mantidos no exterior. Essa revisão era um pleito das cooperativas exportadoras e contou com forte atuação da OCB.
O problema surgiu em 2018, com a publicação da Solução de Consulta COSIT nº 246, quando a RFB passou a exigir o recolhimento do IOF, à alíquota de 0,38%, nas remessas ao Brasil de recurso provenientes de exportação, que foram mantidos em conta no exterior após a data de conclusão do processo de exportação.
Os representantes dos exportadores e das instituições financeiras afirmam que a manutenção dos recursos no exterior ocorre, principalmente, pela dificuldade em efetuar as operações de câmbio no mesmo dia, em razão do fuso horário, da complexidade das ações de monitoramento e da dificuldade de acompanhar os depósitos em tempo real, impossibilitando a internalização dos recursos no mesmo dia do depósito.
De acordo com a Solução de Consulta COSIT nº 231, publicada hoje (24), para garantir a alíquota zero de IOF nas operações de câmbio relativas ao ingresso no país de receitas de exportação de bens e serviços, deverão ser observados a forma e os prazos estabelecidos pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e pelo Banco Central do Brasil (BCB).
Esses normativos estabelecem que o contrato de câmbio de exportação deverá ser celebrado para liquidação pronta ou futura, prévia ou posterior ao embarque da mercadoria ou da prestação do serviço, observado o prazo máximo de 750 dias entre a contratação e a liquidação. No caso de contratação prévia, o prazo máximo entre a contratação de câmbio e o embarque da mercadoria ou da prestação do serviço é de 360 dias. O prazo máximo para liquidação do contrato de câmbio é o último dia útil do 12º mês subsequente ao do embarque da mercadoria ou da prestação do serviço.
Fonte: Sistema OCB
A Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) é composta por 264 deputados federais e 37 senadores. É também uma das frentes mais atuantes do Congresso Nacional e uma das estratégias do cooperativismo brasileiro na hora de propor e cobrar políticas públicas ou defender as demandas do setor junto aos Três Poderes da República.
O deputado federal Evair de Melo (ES) preside a Frecoop é o entrevistado da revista Paraná Cooperativo deste mês. Para ele, uma “ação política eficaz tem como consequência a melhoria do ambiente de negócios das cooperativas”. Confira abaixo um trecho do que disse o parlamentar.
Diálogo
Ter mais representação política em todas as esferas de poder confere mais estabilidade e segurança ao setor cooperativista?
Sem dúvida. O diálogo torna-se mais assertivo com quem conhece e tem informações sobre o setor. Como exemplo cito a ministra da Agricultura, Teresa Cristina, uma engenheira agrônoma e produtora rural, que tem conhecimento e sensibilidade sobre o cooperativismo. Mas eu gostaria de ver também um cooperativista à frente do Ministério da Economia, do Banco Central, no Supremo Tribunal Federal e, por que não, na Presidência da República. É essa ousadia que temos que ter para avançar além do nosso quadrado e ocupar mais espaço político. Por isso, a Frencoop quer conversar com os cooperativistas brasileiros, com a sociedade organizada e ouvir suas demandas. Estou confiante que teremos o respaldo necessário para agirmos com coragem e determinação no Congresso Nacional, fazendo a nossa parte para ter um país melhor e mais cooperativo.
Atuação focada
Quais suas principais bandeiras e prioridades na Frencoop?
A Frencoop tem como objetivo principal difundir o cooperativismo por todo o país. Temos o desafio de universalizar essa filosofia tão importante, que consegue produzir riquezas e distribuí-las de uma forma justa e transparente. Atuamos para disseminar os princípios e valores cooperativistas dentro do Parlamento, para que mais parlamentares conheçam e compreendam o cooperativismo. Dessa forma, ajudamos a divulgar o modelo de negócios cooperativo, ampliando sua presença e força em todo o Brasil. Um ambiente justo, que dialoga com a ciência, a tecnologia e a preservação de culturas e valores, permite que mais cooperados tenham a oportunidade de inserção na cadeia produtiva de sua atividade, participando de forma competitiva do mercado por meio de uma cooperativa. Minha missão como presidente da Frencoop, atuando alinhado com o Sistema OCB, é a construção conjunta de uma agenda de trabalho. Vamos rodar o país todo para conversar e conhecer com profundidade as demandas e anseios dos cooperativistas.
Sistema S
Como a Frencoop se posiciona com relação aos riscos de cortes ao Sistema S?
A Frencoop é totalmente contrária a qualquer possibilidade de redução da força e importância do Sistema S. O bom Sistema S, que tem utilidade para as pessoas e traz solução para muitos dos problemas do país, tem que ser valorizado, aperfeiçoado e fortalecido. São instituições que cumprem seu papel educacional, atuando com competência em capacitação, orientação e qualificação. O governo tem a obrigação e a legitimidade de cobrar resultados, e cabe a nós mostrar que o nosso sistema inclui as pessoas, as capacita, melhora a produtividade e as leva para o domínio do conhecimento. Penso que temos uma oportunidade de fazermos uma reflexão interna, um realinhamento. O Sescoop, no meu ponto de vista, é o modelo a ser seguido.
O Sistema S é um instrumento fundamental para a capacitação e desenvolvimento do cooperativismo?
O mundo evoluiu e mais do que em outras épocas, a capacitação tornou-se imprescindível para o desenvolvimento profissional das pessoas. Por exemplo, na área agrícola, o tratorista antigamente era um trabalhador geralmente com pouca instrução e qualificação. Hoje, para operar um trator ou uma colheitadeira é preciso saber utilizar o GPS e uma série de instrumentos de comando digitais. No caso do produtor rural, ele necessita ter um bom conhecimento de economia financeira e mercado, para fazer a gestão adequada de seu negócio. E o Sistema S preenche essa lacuna com eficiência, promovendo a qualificação de toda a cadeia produtiva.
Reformas
Qual o posicionamento da Frente Parlamentar quanto às reformas previdência e tributária?
A nossa posição é que as reformas são uma prioridade para o Brasil. O país não pode mais esperar. A reforma da Previdência já ganhou as ruas, com um sentimento popular de compreensão quanto à necessidade de mudanças, e a sociedade organizada tem posições claras e definidas da urgência disso. A reforma da Previdência já deveria ter sido feita, inclusive no mandato anterior, e não podemos mais trabalhar com a hipótese de postergá-la. Temos que pensar nas futuras gerações, que terão garantias de suporte com a reforma
Uma consequência que também teremos é o restabelecimento dos investimentos no setor produtivo e na infraestrutura, o que vai impulsionar os indicadores econômicos do país e, principalmente, gerar mais empregos, num momento em que milhões de brasileiros estão sem trabalho. Temos o desafio de reerguer a indústria do país, criando um ambiente de empregabilidade, por isso é necessário também fazer a reforma tributária. Simplificar o nosso modelo tributário, que é muito caro, injusto e difícil de ser aplicado, é reduzir o fardo dos tributos sobre os empreendedores, pois esse sistema não favorece o emprego e ainda afeta a renda das pessoas. São agendas estruturantes que merecem toda a atenção da Frencoop e do cooperativismo.
Fonte: Sistema OCB
O cooperativismo gera trabalho, emprego, renda e confirma sua importância socioeconômica para o desenvolvimento estratégico do país. É o que apontam os números do Anuário do Cooperativismo Brasileiro (2019), lançando nesta quinta-feira (4/7), durante sessão solene conjunta realizada no Plenário do Senado Federal, em homenagem aos 50 anos da OCB, celebrados em 2019.
Senadores, deputados federais, representantes dos poderes Executivo e Judiciário, e cooperativistas participaram do evento e – atentos – acompanharam o discurso do presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, que discursou em nome dos 50 milhões de brasileiros ligados ao cooperativismo.
Além do resultado das 6.828 cooperativas, a liderança cooperativista destacou a necessidade de um olhar mais cuidadoso por parte dos parlamentares, para as questões que tramitam no Congresso Nacional.
“Diante da relevância das cooperativas para o país, gostaria de aproveitar a oportunidade para agradecer a todos pelo empenho em desenvolver o cooperativismo brasileiro, mas também para pedir que continuem olhando com o cuidado que as cooperativas merecem. Nós já fazemos muito social e economicamente falando, mas queremos e podemos fazer muito mais! Por isso contamos com cada um de vocês... inclusive dos representantes do governo federal e do Judiciário aqui presentes. Temos demandas urgentes tramitando nas Comissões desta Casa de Leis e nos ministérios e, juntos, podemos transformar o Brasil num país muito mais cooperativo”, enfatizou.
Trabalho e Emprego
Dentre os principais resultados obtidos pelas cooperativas nos últimos anos e destacados pelo presidente da OCB estão o aumento no ingresso de novos cooperados e o crescimento na geração de empregos diretos.
“Estamos na contramão do desemprego! Geramos, entre 2014 e 2018, cerca de 18% a mais de postos de trabalho – bem mais do que os outros setores econômicos. Segundo o IBGE, a empregabilidade brasileira, no mesmo período, cresceu apenas 5%. Tanto que o número de cooperados, ou seja, quem trabalha por um país melhor, também cresceu e o percentual é de encher os olhos: 15%”, destaca o presidente da OCB.
Depoimentos
Crescimento: “O cooperativismo promove, diariamente, o crescimento da nação e, por isso, me coloco a disposição das cooperativas brasileiras para defender seus interesses. Acredito muito nesse jeito de olhar o mundo, fazer negócios e de agir em prol de um mundo melhor.” Senador Luis Carlos Heinze(RS), que propôs a sessão solene pelo Senado.
Desafio: “Celebrar 50 anos pode ser traduzido como superação de dificuldades e em aprendizados importantes. O grande desafio agora é saber aproveitar as oportunidades de um mercado cada vez mais exigente, sem, contudo, esquecer dos valores e princípios, praticados em mais de 100 países e que torna o cooperativismo um modelo de negócios único.” Deputado Evair de melo (ES), que propôs a sessão solene pela Câmara dos Deputados.
História: “Aproveito esta celebração para agradecer a todas as pessoas que trabalharam, ao longo dessas cinco décadas, para fortalecer o cooperativismo. A história não nasce sozinha. É gente que a faz e não podemos esquecer daqueles que não mediram esforços para chegarmos nesses 50 anos.” Roberto Rodrigues, embaixador especial da FAO para o cooperativismo mundial
Agricultura: “Hoje, o Brasil pode dizer que só tem uma agricultura, integrando os grandes, os médios e os pequenos para alimentar o país e o mundo. É assim que as cooperativas agem: direcionando o esforço para um único foco. Não temos dúvida de que as cooperativas agropecuárias vão fortalecer o papel do Brasil no cenário internacional”. Fernando Schwanke, Secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura
Crédito: “Pretendemos aumentar de 8% para 20% a participação das cooperativas no Sistema Financeiro Nacional e, para isso, pretendemos estimular o crescimento delas nas regiões Norte e Nordeste, não apenas para levar crédito, mas para levar o espírito cooperativo”. Paulo Souza, diretor de Fiscalização do Banco Central do Brasil
Fonte: Sistema OCB
Um domingo de sol na capital federal marcou a 3ª edição do Eixão Agro, evento realizado no Eixão Norte, na altura das quadras 208/209. O evento tem como principal objetivo aproximar o campo da cidade, colocando os produtores rurais da região em contato direto com os consumidores, que puderam aproveitar para conhecer e adquirir os produtos que são cultivados e produzidos no Distrito Federal e Entorno.
Realizado pela Federação da Agricultura e Pecuária do Distrito Federal (FAPE-DF), o Eixão Agro busca estreitar relação entre o público das zonas rural e urbana, reunindo cultura e alimento ao focar no consumo de produtos mais saudáveis e de qualidade.
O cooperativismo marcou presença no encontro como apoiador e expositor no Eixão Agro. Quando o assunto é consumo consciente no setor agrícola da região, as cooperativas saem na frente e apresentam um modelo de negócios mais justo e com grandes oportunidades para todos.
O Sistema OCDF-SESCOOP/DF apoiou a organização do encontro e fortaleceu a agricultura e o cooperativismo local. Na ocasião, cooperativas do DF ligadas ao Sistema apresentaram seus produtos e serviços para o público.
Estiveram presentes no Eixão Agro, disseminando a cultura da cooperação, as cooperativas: Sicoob Planalto Central, Coopa-DF, Sicredi Planalto Central, Cooperorg, Cooplem Idiomas, Multiflor e Cotaquara.
A tenda do cooperativismo foi um verdadeiro sucesso! Contou com degustação de sucos da cooperativa Aurora, apresentação do modelo de negócios e da campanha SomosCoop, exposição de produtos das cooperativas presentes e jogos interativos.
A bike da cooperação também foi um grande atrativo para quem visitou o espaço: uma bicicleta com três lugares, pensada especialmente para mostrar que a intercooperação faz as pessoas chegarem cada vez mais longe.
O 3º Eixão Agro recebeu cerca de 15 mil pessoas e contou com a exposição e comercialização de produtos orgânicos, cafés, artesanato, flores, comidas e bebidas.
Ter indicadores que comprovem a efetividade de ações e investimentos é a forma mais segura de evidenciar a eficácia da gestão de um negócio, independentemente do setor econômico. É por isso que o Sistema OCB está concluindo a formatação de um pacote de indicadores institucionais a ser utilizado tanto pela unidade nacional quanto por suas organizações estaduais.
Segundo o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, os indicadores são importantes ferramentas de gestão interna, pois contribuem para uma maior clareza quanto ao direcionamento institucional e para a pactuação de metas, permitindo, também, a avaliação da execução da estratégia proposta e do próprio modelo de atuação.
“Favorecem [os indicadores], também, a geração de informações, de forma a mensurar e comunicar a contribuição do Sistema OCB para o fortalecimento do modelo cooperativista, além da transparência perante as cooperativas, a sociedade e demais partes interessadas”, avalia o superintendente.
CAPACITACOOP
Os indicadores do Sistema devem ser lançados oficialmente na próxima semana (de 16 a 19), durante evento nacional de capacitação, em Brasília, que contará com a participação de dezenas de técnicos das organizações estaduais do Sistema OCB.
ENTREVISTA
Renato Nobile é o entrevistado desta semana e falou um pouco mais sobre os indicadores. Confira!
Como surgiu o projeto dos indicadores?
Com objetivo de garantir uma atuação sistêmica e otimizar o resultado do trabalho realizado pelas três casas (OCB, Sescoop e CNCoop), foi elaborado o Plano Estratégico do Sistema OCB 2015-2020, com a definição de indicadores para a mensuração da estratégia. Porém, estava faltando implementar o processo de monitoramento dos resultados em nível nacional.
Dessa forma, o projeto de implementação dos indicadores institucionais foi iniciado em setembro de 2017, com a participação de representantes das Unidades Estaduais, além da Unidade Nacional, e consistiu na priorização de indicadores, considerando o melhor custo-benefício para definição de processos de coleta e registro dos dados nacionais, além do processo de monitoramento.
Foram utilizadas as seguintes premissas: relevância para a tomada de decisão, custo reduzido de implementação e, por fim, mensuração de resultados nos âmbitos nacional e estadual.
Porque é importante ter indicadores?
Os indicadores são importantes ferramentas de gestão interna, pois contribuem para uma maior clareza quanto ao direcionamento institucional e para a pactuação de metas, permitindo a avaliação da execução da estratégia proposta e do próprio modelo de atuação. Ainda, favorece a geração de informações, de forma a mensurar e comunicar a contribuição do Sistema OCB para o fortalecimento do modelo cooperativista, além da transparência perante as cooperativas, a sociedade e demais partes interessadas.
Considerando que os indicadores abrangem todo o Sistema OCB, qual o papel das unidades?
O Sistema OCB tem um plano estratégico sistêmico, que abrange todas as unidades (nacional e estaduais) do Sescoop, da OCB e da CNCoop. Assim, todos agimos em torno de um propósito comum, buscando alcançar a visão do cooperativismo, cada um cumprindo sua missão e atuando para alcançar seus objetivos estratégicos, uma vez que a qualidade dos nossos resultados e indicadores depende do comprometimento de todos.
No caso das unidades estaduais, é importante destacar que elas são responsáveis pela qualidade e disponibilidade do dado. Cada uma tem a responsabilidade de registrar e classificar – correta e tempestivamente – os dados para os indicadores, utilizando-se dos conceitos padronizados nacionalmente. Vale ressaltar que cabe à unidade nacional a consolidação de todos os dados e, ainda, a disponibilização dos referenciais comparativos em nível regional e, também, nacional.
Quantos e quais são esses indicadores?
Iniciamos a implantação em 2017 com um painel de 41 indicadores, sendo: 15 para o Sescoop, 14 para a OCB, três para a CNCoop e outros nove, compartilhados. Como o monitoramento de indicadores é um processo novo para o Sistema OCB, espera-se o constante aprimoramento, a partir das medições e ajustes, principalmente nesse momento de implantação.
A fim de promover o alinhamento de conceitos e de processos, foi estruturada a série Cadernos de Indicadores do Sistema OCB.
Por falar nisso, qual a importância do alinhamento de conceitos com as unidades?
É fundamental que todas as pessoas que trabalham com os dados do Sistema OCB tenham clareza, estejam alinhadas e adotem o mesmo conceito, para que as medições sejam uniformes e confiáveis. Os indicadores ajudam a promover mudanças significativas dentro das organizações, pois possibilitam não só medir os resultados alcançados como também entender cada processo mais profundamente. Por isso, se o indicador mostrar um resultado errado, as decisões serão tomadas a partir de premissas erradas. O que queremos é evitar que isso ocorra.
Com relação à série Cadernos de Indicadores do Sistema OCB, poderia fazer um breve resumo?
O trabalho de implementação de indicadores de desempenho em uma organização é desafiador e exige um conjunto de conhecimentos, processos, práticas e decisões. Para facilitar a consulta ao material do trabalho e dar mais destaque a cada conteúdo produzido, o Sistema OCB elaborou seis cadernos com a seguinte proposta:
Caderno 1: Fundamentos e etapas para a Implementação de Indicadores de Desempenho
Trata dos principais conceitos envolvendo indicadores e sua implementação, descreve o processo de implementação em nove etapas e aborda alguns pontos importantes do processo de integração entre a implementação dos indicadores de desempenho com o planejamento estratégico da organização.
Caderno 2: Diagnóstico da Situação Atual
Apresenta o resultado do diagnóstico da situação atual com relação a indicadores de desempenho no Sistema OCB, fruto de duas atividades principais: uma pesquisa on-line com todas as unidades estaduais, realizada em julho de 2018, com o objetivo de identificar os principais conceitos utilizados, as ferramentas e os processos adotados; e visitas presenciais a cinco estado (Espírito Santo, Amazonas, Pernambuco, Goiás e Paraná), com o intuito de identificar como era a coleta, o registro e o tratamento dos dados necessários à produção dos indicadores de desempenho.
Caderno 3: Fichas Técnicas dos Indicadores de Desempenho
Contém a ficha de todos os indicadores selecionados para serem implementados na primeira fase do trabalho, com detalhes sobre os conceitos envolvidos, a fórmula de cálculo, periodicidade, responsáveis, procedimentos de coleta, entre outros aspectos relevantes para a implementação.
Caderno 4: Compêndio de Boas Práticas em Indicadores de Desempenho
Reúne 10 boas práticas relacionadas a indicadores em organizações que trilham o caminho da excelência em gestão. Os exemplos foram extraídos da Comunidade de Boas Práticas da FNQ e todos passaram por um processo de aprovação de conteúdo pela Equipe Técnica da FNQ e receberam certificado após o processo.
Caderno 5: Indicadores Mais Utilizados
Apresenta uma lista genérica de indicadores mais utilizados em diferentes e diversas instituições, em três grandes áreas e subáreas: partes interessadas (controladores, acionistas, financiadores e indicadores econômico-financeiros), modelo de negócio (cadeia de valor e fornecedor) e gestão do desempenho (ativos, recursos e competências). O objetivo é apoiar a construção do sistema de indicadores pela aplicação do pensamento análogo, bem como estimular sua pesquisa e descobrir outros e novos indicadores.
Caderno 6: Medidas para a Implementação de Indicadores – Unidade Nacional
Apresenta oito medidas recomendadas para a implementação do sistema de indicadores de desempenho no Sistema OCB, dada a situação atual diagnosticada. Lista também as premissas necessárias para o sucesso da implementação e as condições que delinearam as soluções recomendadas.
Sobre o monitoramento dos indicadores, como é possível garantir a qualidade dos dados recebidos das unidades estaduais? É preciso que as ferramentas sejam padronizadas?
É preciso que os conceitos utilizados para o registro dos dados sejam padronizados. As ferramentas preferencialmente precisam ser as mesmas, para que o dado seja transmitido de forma tempestiva e contemple todos os atributos necessários para constituir o indicador, além de viabilizar a consolidação dos dados em âmbito nacional, realizar as medições e os relatórios de resultados. A própria organização estadual deverá avaliar os resultados dos indicadores, para que sejam feitas as devidas correções, seja no processo ou na ferramenta de coleta. Reconhecemos que várias unidades já possuem ferramentas próprias, é por isso que o maior desafio será a consolidação de uma padronização em nível nacional.
Os resultados devem ser avaliados de quanto em quanto tempo?
Para alguns indicadores, é possível a medição mensal. Porém, todos terão um recorte anual, como forma de mensurar os resultados propostos para cada ano e comunicar à sociedade. Os resultados embasarão as reuniões dos tomadores de decisão.
Após elaborados, qual o próximo passo para a implementação desses indicadores?
Será realizada uma capacitação nacional, durante a edição 2019 do Capacitacoop, sobre os conceitos e processos de coleta de registro dos dados a serem padronizados em todos os estados. Além disso, serão elaborados relatórios de resultados periódicos, a fim de verificar o grau de aderência aos conceitos adotados. Em 2020, será realizado um workshop de resultados do Sistema OCB.
Fonte: Sistema OCB
Grandes notícias para as cooperativas agropecuárias! Um pacote de medidas que favorecem o cooperativismo no segmento foi assinado nesta quinta-feira (4/7) pela ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Tereza Cristina. As novidades são fruto do esforço do Sistema OCB junto à pasta para que cooperativas e agricultores familiares tenham ampliados sua participação e acesso em políticas públicas voltadas ao setor.
A primeira medida assinada cria o programa Brasil Mais Cooperativo, cuja base é o documento “Propostas Para Um Brasil Mais Cooperativo”, de autoria do Sistema OCB, entregue a representantes do Governo Federal. O intuito do documento foi apresentar ao novo governo do país as propostas de como o cooperativismo pode contribuir para o desenvolvimento do Brasil. Seguindo a mesma ideia, o programa vai abranger todas as políticas em favor do cooperativismo que o Mapa pretende adotar.
Uma dessas políticas públicas também foi assinada nesta quinta-feira. Trata-se da Portaria nº 62/2019 que altera a forma de cálculo para concessão da Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) para as cooperativas agropecuárias, tornando a DAP mais acessível a cooperativas que possuam agricultores familiares em seus quadros sociais.
Combustível social
A ministra Teresa Cristina também anunciou o envio, à Casa Civil, do decreto que vai permitir que 40 mil agricultores familiares, por meio de suas cooperativas, possam fornecer matérias-primas para a produção de biodiesel no âmbito do Selo Combustível Social. O programa viabiliza que usinas produtoras de biodiesel tenham acesso às alíquotas de PIS/Pasep e Cofins com coeficientes de redução diferenciados oferecendo, em contrapartida, meios para uma adequada assistência técnica aos agricultores familiares fornecedores, ampliando assim a oferta qualificada de matéria-prima e a renda familiar desses produtores.
“Contamos com as cooperativas para, juntas, oferecer aos pequenos proprietários rurais mais acesso à informação e geração de renda”, disse Tereza Cristina durante a solenidade.
Importância
O Secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa, Fernando Schwanke, disse que essas medidas são de extrema importância para a inclusão de mais e mais cooperativas nos programas do governo federal. “Estamos muito contentes em poder atender esses pedidos da OCB na semana em que o país celebra os 50 anos da OCB, o Dia de Cooperar e, também, o Dia Internacional do Cooperativismo.”
Compromisso com o país
O presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras, Márcio Lopes de Freitas, avaliou as medidas como um marco na história do cooperativismo do país. “Nós elaboramos o documento Propostas para um Brasil Mais Cooperativo com a intenção de mostrar ao novo governo o quanto também estamos comprometidos com o desenvolvimento socioeconômico no Brasil. Então, a partir desse programa do Ministério da Agricultura, esperamos que outras áreas também vejam as cooperativas como estratégicas nesse processo de retomada do crescimento.”
Em breve
Outros dois acordos de cooperação entre OCB, Sescoop e Governo Federal serão assinados em um futuro próximo: um visa fomentar a intercooperação de boas práticas em gestão e inserção em mercados entre as regiões Norte e Sul, e outro voltado para cooperação técnica no desenvolvimento dos profissionais de ciências agrárias das cooperativas em defesa agropecuária.
Fonte: Sistema OCB
O Setor Comercial Sul, em Brasília, recebeu, nos dias 27 e 28, um verdadeiro mutirão social. A Secretaria de Trabalho, em parceria com outras instituições do DF, promoveu o Arraial do Trabalho, evento destinado à toda população do Distrito Federal.
Na ocasião, as instituições presentes realizaram uma série de atendimentos e atividades ao público. Dentre as ações promovidas, estiveram: emissão de carteira de trabalho; orientação para seguro desemprego; intermediação de mão de obras; oferta de estágio; shows musicais; orientação profissional; palestra sobre direito do trabalhador; palestra sobre assédio moral e sexual; aferição de pressão e glicose e credenciamento de microempreendedores individuais.
O Sistema OCDF-SESCOOP/DF esteve presente no mutirão e mostrou aos presentes como o cooperativismo pode ser uma opção de trabalho e renda, além de ser uma forma de inserção econômica mais justa e igualitária para os que fazem parte do movimento. Na oportunidade, os colaboradores do Sistema promoveram jogos interativos do cooperativismo e falaram sobre o modelo econômico.
As cooperativas Sicoob Credijustra, Cooplem Idiomas e Coopermais Saúde estiveram no mutirão e promoveram ações que beneficiaram a sociedade, disseminando a cultura da cooperação.
A grande festa da cooperação está chegando! O Sistema OCDF-SESCOOP/DF está organizando os últimos detalhes para a celebração do Dia de Cooperar. Neste ano, o encontro promete ser ainda melhor: uma vasta programação cultural, atendimentos à comunidade, ações, assistência social, educação financeira, além de atividades diversificadas e apresentações artísticas serão alguns dos atrativos do encontro.
O Dia C se define como a maior iniciativa de estímulo a ações voluntárias e contínuas que transformam realidades, promovem desenvolvimento social e beneficiam pessoas por todos os cantos do país.
Neste ano, a celebração será realizada no Itapoã, região administrativa do DF, a partir das 9h. O Sistema OCDF-SESCOOP/DF está a todo vapor, junto dos parceiros, para promover um momento especial de voluntariado para todas as idades.
Em 2019, a celebração contará com a participação de mais agentes de transformação social: serão 22 atendimentos e nove apresentações artísticas que farão a alegria do público.
No Distrito Federal, cerca de 170 voluntários pretendem beneficiar mais de mil pessoas apenas na celebração. “O cooperativismo trabalha na linha de frente do desenvolvimento socioeconômico do país. Celebrar as importantes conquistas que tivemos é uma forma de disseminar a cultura da cooperação para a sociedade’’, declara Remy Gorga Neto, presidente do Sistema OCDF-SESCOOP/DF.
Durante a celebração do Dia C, as cooperativas participantes demonstram os resultados das ações realizadas durante o ano. Ações, essas, que são contínuas e não terminam no dia 6 de julho.
Participe!
Serviço
O que: Celebração do Dia de Cooperar 2019
Quando: 6 de julho, a partir das 9h
Onde: Itapoã-DF, Bairro Del Lago, ao lado da Praça da Juventude, próximo ao Conselho Tutelar e a escola Zilda Arns.
Informações à imprensa
Isabella Cantarino – Analista de Comunicação
Contato:
(61) 99968-6611 ou (61) 3312-8915
A comissão especial da Reforma da Previdência (PEC 6/2019) finalizou, na noite desta quinta-feira (4/7), a votação dos destaques que alteram trechos do substitutivo do relator, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP).
Um deles retirou do texto da Reforma da Previdência dois dispositivos: o primeiro, que vedava qualquer nova prorrogação ou remissão de dívidas fora da folha de pagamentos, a exemplo do Funrural; e o segundo, que tributava as contribuições previdenciárias substitutivas da folha de pagamento nas exportações (o que afetaria algumas cadeias do setor agropecuário, como aves e suínos).
Esses dois pontos, que impactam diretamente o cooperativismo agro, foram alcançados a partir da atuação de integrantes das frentes parlamentares do Cooperativismo (Frencoop) e Agropecuária (FPA), como os deputados Evair de Melo (PP-ES), Alceu Moreira (MDB-RS), Sérgio Souza (MDB-PR) e Jerônimo Goergen (PP-RS).
Outros temas que envolvem as cooperativas e seus cooperados e que merecem destaque são:
CSLL para cooperativas de crédito: após mobilização da OCB e da Frencoop, o relator retornou alíquota de 15% de CSLL para as cooperativas de crédito. No caso dos bancos, a alíquota foi ampliada para 20%.
Aposentadoria Rural: O relatório manteve as regras atuais para quem exerce atividade econômica familiar, incluindo trabalhadores rurais, garimpeiros e pescadores artesanais. Ou seja, a idade mínima deve permanecer em 55 anos para mulheres e 60 para homens - contudo, eles deverão contribuir por 20 anos, ao invés dos 15, previstos na regra atual. No caso das mulheres, o tempo de contribuição não sofre alterações. Essas considerações também valem para os casos de segurados especiais.
A proposta do governo previa idade mínima de 60 anos para a aposentadoria de homens e mulheres, com 20 anos de tempo de contribuição parta ambos os sexos.
A matéria agora segue para votação em dois turnos no plenário da Câmara dos Deputados.
O Sicoob Executivo entregou as roupas, agasalhos e edredons arrecadados durante a campanha Inverno Quentinho para o Lar dos Velhinhos Bezerra de Menezes, em Sobradinho, na quarta-feira 12/6. O lar é uma Instituição de Longa Permanência para Idosos (ILPI), filantrópica, sem fins lucrativos, criada pela instituição Obras Assistenciais Bezerra de Menezes (OBEM), em 1981. Atualmente, atende 70 pessoas com idades entre 60 e 101 anos, sendo 36 mulheres e 34 homens em situação de vulnerabilidade social, financeira ou psicológica.
A instituição se mantém por meio de um convênio com o GDF. É o Centro de Referência Especializado em Assistência Social (CREAS) que direciona os assistidos para o lar e repassa verba por cada pessoa atendida. O valor paga somente o salário dos funcionários, que são cerca de 65, entre cuidadores, psicólogos, assistente sociais, fisioterapeutas, médico, nutricionista e equipe técnica. Para manter o funcionamento, a instituição conta com voluntários e doações para despesas diversas.
“Os cobertores que recebemos já estão nas camas dos idosos, chegaram em boa hora. Agradecemos muito, pois essas iniciativas são essenciais para nossa instituição, sem isso, a gente não consegue seguir. São essas doações que nos fortalecem. Não somente pela parte material, mas também pela visita, a companhia para os idosos, que é muito importante e eles adoram”, afirma Priscila Fernandes, psicóloga e coordenadora do Lar dos Velhinhos Bezerra de Menezes.
O conselheiro Abílio Castro Filho, que participou da entrega dos donativos, destacou a importância da participação dos associados na ação. “A existência de entidades como o Lar Bezerra de Menezes é muito importante para a população idosa vulnerável do DF. Ficamos muito felizes em colaborar com esse trabalho. Faz parte da essência do cooperativismo esse retorno à sociedade. Agradecemos a todos que participaram e doaram. Sem o engajamento de associados e colaboradores não teríamos êxito”, avalia.
Sustento e laborterapia
A instituição também conta com um bazar permanente de artesanato, cujas vendas ajudam a pagar água, energia, alimentação, vestimenta, limpeza e outros gastos. Parte das peças comercializadas são produzidas na oficina de reciclagem, reaproveitamento de materiais e produção de papel artesanal. A oficina envolve voluntários e os próprios moradores, na medida do possível, que confeccionam peças em papel machê, estantes, suporte para canecas e sacolas, entre outros. Além de ajudar no sustento, a atividade serve como laborterapia, explica Priscila Fernandes.
O bazar também conta com peças doadas, como roupas, calçados e móveis. Eventos também ajudam nas arrecadações, como o tradicional Festival de Tortas, que acontece entre abril e maio, e o Arraiá do Bezerra, marcado para os dias 22 e 23 de junho.
No dia a dia, além das atividades de artesanato e cuidados com a saúde, os idosos participam ainda de cultivo de horta, que também é adaptada para cadeirantes, de onde retiram cebolinha, hortelã, boldo, pimenta e alface para a própria alimentação. Há ainda bingo sonoro, musicoterapia, karaokê, atividades ao ar livre, e ida à Feira da Lua (famosa feira da cidade), toda sexta-feira de manhã.
Como ajudar o Lar Bezerra de Menezes
Você pode ajudar comprando os produtos do Bazar Permanente ou doando roupas, calçados, móveis, alimentos (mais usados são: carne, margarina, aveia, café e leite integral), fraldas geriátricas tamanhos M, G e Extra G, produtos de limpeza e higiene. Há sempre uma listinha semanal do que precisa, portanto, você pode ligar no 3591-3039 para saber o que levar também.
Fonte: Hiperativa Comunicação Integrada