IBGE lança dados do Censo Agro

O IBGE lançou nesta sexta-feira, em Curitiba, o resultado do Censo Agropecuário 2017, desenvolvimento em parceria com a OCB.  O evento foi realizado no Palácio Iguaçu e contou com a presença da presidente do Instituto, Suzana Cordeiro Guerra, do governador paranaense, Carlos Massa Ratinho Júnior, do presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken e do superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, dentre outras autoridades políticas locais.

A OCB fez questão de se empenhar na divulgação do Censo Agro junto às cooperativas do país, visando sensibilizar os produtores rurais sobre a importância de participar do processo que levanta as informações do campo brasileiro. A intenção foi assegurar que a pesquisa apresentasse detalhes cada vez mais precisos do setor produtivo.

Após o período de coleta de dados a OCB também participou das divulgações parciais. Agora, a OCB avalia os resultados consolidados da pesquisa, com o objetivo de subsidiar a realização de iniciativas que contribuam para o desenvolvimento não só das cooperativas agropecuárias, mas com todos os elos do setor produtivo nacional.

Agricultura familiar

De acordo com os dados do Censo Agropecuário de 2017, que tem como base a data de 30 de setembro de 2017, o número de estabelecimentos rurais no Brasil diminuiu, passando de 5.175.636, em 2006, para 5.073.324, em 2017. Também apontam uma redução de 9,5% no número de estabelecimentos classificados como de agricultura familiar, em relação ao último. O segmento também foi o único a perder mão de obra. Enquanto na agricultura não familiar houve a criação de 702 mil postos de trabalho, a agricultura familiar perdeu um contingente de 2,2 milhões de trabalhadores.

Em 2017, dos 4,6 milhões de estabelecimentos de pequeno porte que poderiam ser classificados como de agricultura familiar, apenas 3,9 milhões atenderam a todos os critérios. “Dez anos depois, a configuração dos produtores mudou. Aumentou muito o número de estabelecimentos em que o produtor está buscando trabalho fora, diminuiu a mão de obra da família e está diminuindo a média de pessoas ocupadas. O estabelecimento acaba não podendo ser classificado porque não atende aos critérios da lei”, comenta Antônio Carlos Florido, gerente técnico do Censo Agropecuário.

Ainda assim, a agricultura familiar continua representando o maior contingente (77%) dos estabelecimentos agrícolas do país, mas, por serem de pequeno porte, ocupam uma área menor, 80,89 milhões de hectares, o equivalente a 23% da área agrícola total. Em comparação aos grandes estabelecimentos, responsáveis pela produção de commodities agrícolas de exportação, como soja e milho, a agricultura familiar responde por um valor de produção muito menor: apenas 23% do total no país.

Mais informações

Clique aqui para acessar outros dados sobre a pesquisa.

O futuro da aposentadoria

A população mundial está envelhecendo muito rapidamente e, em pouco tempo, haverá mais gente recebendo benefícios do que contribuindo para a Previdência. As pessoas estão vivendo mais e, no Brasil, a situação não é diferente. De acordo com o governo federal, em 2016, 52,1 milhões de brasileiros contribuíram para a Previdência e havia 33,2 milhões de aposentados. Para cada pessoa que recebia a aposentadoria, havia pouco mais de 1,5 contribuinte. Mas as projeções indicam que, sem a reforma da Previdência, em 2050, o número de contribuintes cairá para 43,9 milhões de pessoas e haverá quase o dobro de aposentados: 61 milhões de brasileiros, ou seja, a conta não fechará em breve. A reforma é, sim, necessária. A dúvida é: em quais moldes?

Em meio a discursos de apoio e de críticas à Reforma da Previdência, convidamos o secretário adjunto de Previdência, Narlon Gutierre Nogueira, da Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, para nos explicar sobre a proposta de Nova Previdência e os impactos para a economia do País. Confira:

Quais são as três principais mudanças previstas pela Reforma da Previdência, na sua opinião, e como elas devem afetar a economia do país?

Em linhas gerais, podemos destacar, como diretrizes principais da Nova Previdência, tornar o nosso sistema previdenciário mais justo, exigir um esforço maior daqueles que têm condições de contribuir mais e buscar garantir um sistema sustentável, diante do rápido processo de envelhecimento populacional por que o Brasil passa. Entre as medidas específicas que cons­tam da proposta, podem ser destacadas a instituição de idade mínima para todas as aposentadorias e a alteração nas regras de cálculo dos benefícios, para que a taxa de reposição por eles proporcionada esteja mais adequada em relação às contribuições efetuadas.

Enquanto sociedades empregadoras, qual será o impacto da Reforma da Previdência para as cooperativas brasileiras?

Ao produzir um sistema mais equilibrado e sustentável, a Nova Previdência contribuirá para a melhoria das finanças públicas, o que aumentará a capacidade de investimento e de atendimento a outras políticas públicas pelo Estado, bem como melhorará as expectativas do mercado e a disposição dos agentes privados para investirem na atividade produtiva. Os efeitos serão positivos para a geração de empregos e para a economia como um todo.

Quando os cooperados ou funcionários de cooperativas exercem atividades insalubres, eles têm direito a algum benefício no cálculo de sua aposentadoria? Qual seria ele?

A aposentadoria especial dos segurados que exerçam atividades com efetiva exposição a agentes nocivos químicos, físicos e biológicos prejudiciais à saúde continua existindo, porém, passa a ser exigido o cumprimento de uma idade mínima, conforme a natureza da atividade (55 anos de idade para atividades que exijam exposição de 15 anos; 58 anos para as de 20 anos; e 60 anos para as de 25 anos).

Para o setor rural, a proposta traz mudanças nas regras de contribuição para a aposentadoria?

Não. A Câmara dos Deputados decidiu manter sem alteração as regras de acesso aos benefícios dos trabalhadores rurais e as contribuições devidas pelos empregadores.

Se a Reforma não for aprovada, ou for muito alterada, qual seria o impacto disso para o nosso País — em especial para as nossas cooperativas?

O Governo Federal acredita que a reforma será aprovada pelo Senado Federal, como já ocorreu na Câmara dos Deputados. As atuais e as futuras gerações precisam dessa aprovação.

HSM debate gestão no presente e no futuro

O segundo dia da HSM Expo 2019 em São Paulo, o maior evento de gestão da América Latina teve como foco trazer insights e soluções sobre as práticas de sucesso, a necessidade de colaboração e coletividade, a inserção de novas tecnologias e tantos outros temas que impactam a gestão das organizações no presente e no futuro.

No espaço Coofuturo, montado pelo Sistema OCB para apresentar o cooperativismo ao público do evento, é um dos grandes facilitadores de conteúdo na HSM, trazendo todos os dias uma grade de palestras importantes tanto para o universo das cooperativas quanto para as empresas mercantis.

Startups

A primeira palestra da terça-feira foi ministrada por Marina Miranda, sócia-fundadora da Rethink, que falou ao público sobre a importância da disruptura. Sua fala exemplificou o medo que as grandes empresas têm das startups e a necessidade das organizações se conectarem ao ecossistema delas. Segundo Marina, essa aproximação do universo das startups pode acontecer por meio da participação em uma aceleradora, da participação em eventos para geração de parcerias/networking e da criação de espaços de co-working dentro das empresas, entre outras formas.

A palestrante completou ressaltando a importância de se discutir as ideias para entender a necessidade de formação de equipes para desenvolvê-las e de estar sempre atento às tendências ou o que ela chama de “megatendências” dos setores – disponíveis na internet e tão vital para as decisões a respeito do futuro.

Boas histórias

Na segunda palestra do dia, Daniela Lemke, gerente de comunicação do Sistema OCB, e a especialista em Marketing Digital, Martha Gabriel, abordaram a importância da relação das marcas com as pessoas. Um dos exemplos é o Movimento Somoscoop. “Ele nasceu com dois objetivos: reforçar o sentimento de orgulho de quem já é cooperado e vive do cooperativismo e, ainda, divulgar para a sociedade as vantagens de se escolher um produto ou serviço com o carimbo Coop, valorizando centenas de milhares de famílias nos quatro cantos do país”, comenta Daniela.

A continuação da palestra se deu em torno da importância de as empresas contarem boas histórias ao seu público – o chamado storytelling, que informa às pessoas o que as marcas desejam dizer, mas de um jeito inovador e envolvente. “A tecnologia viabiliza, mas a história é o que faz a diferença. E no cooperativismo, são as histórias inovadoras que vão gerar o um futuro mais cooperativo”, comentou Martha.

Inovando na gestão

Finalizando a programação do dia no auditório, Romeo Busarello, diretor de Marketing da Tecnisa, dividiu com o público sua experiência de gestão e as formas atuais que utiliza para se manter informado, se relacionar no mercado e estar sempre em processo de requalificação. Ele reforçou a necessidade de as empresas e cooperativas estarem atentas à inovação para assegurar melhores resultados. E um bom caminho, segundo ele, é ficar atento às novidades tecnológicas.

“Quem poderia imaginar as mudanças advindas do uso de smartphones e seus impactos na economia? Em pouco mais de uma década, os smartphones criaram milhões de novos negócios. Sem eles não teríamos aplicativos de transporte, comida, nem mesmo o Instagram. Como é que iríamos postar coisas no Instagram via desktop? Você se imagina repetindo: pega a máquina fotográfica, tira a foto, pega o cabo, descarrega no computador para postar? O legal é você ver e postar a foto. Então, sem os smartphones, esses milhares de negócios não seriam viáveis”, exemplifica.

Coop Internacional

Reforçando o papel de destaque que o cooperativismo exerce, Graciela Fernández, presidente da ACI-Américas (Aliança Cooperativa Internacional), palestrou no auditório principal da HSM Expo sobre o modelo de negócio para o desenvolvimento sustentável. Entre outros pontos, Graciela abordou a importância do cooperativismo dentro da Agenda 2030, com seus 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, elaborada pela ONU, visando erradicar a pobreza, proteger o planeta e garantir que as pessoas alcancem a paz e a prosperidade até o fim da próxima década.

IC Agro segue em alta no 3º trimestre

O agronegócio brasileiro encerrou o 3º trimestre com confiança em alta. O Índice de Confiança (IC Agro) do setor subiu 3,8 pontos, fechando o período em 115,1 pontos e retornando a um patamar muito próximo ao recorde do final do ano passado (115,8 pontos). Esse é o quarto trimestre consecutivo em que o indicador supera os 110 pontos, a sequência mais positiva da série histórica.

Segundo a metodologia do estudo, os resultados indicam otimismo quando ficam acima de 100 pontos – abaixo disso, o sinal é de pessimismo. O IC Agro é um indicador medido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).

Em relação ao trimestre anterior, cresceu o entusiasmo em todos os segmentos pesquisados. Pesaram para isso o ressurgimento de boas expectativas para a economia brasileira e fatores diretamente associados ao agronegócio, como o aumento nos preços das commodities, impulsionado pelo câmbio, e as melhores condições de crédito. As entrevistas foram realizadas entre o fim de agosto e setembro, em um momento que boa parte do agronegócio – em especial a indústria Pós Porteira – demonstrou retomar o ânimo com a perspectiva geral da economia brasileira e do negócio em geral.

A confiança das indústrias ligadas ao agronegócio chegou a 118,7 pontos, alta de 6,0 pontos em relação ao trimestre anterior e o melhor resultado da série histórica. O maior aumento ocorreu entre as empresas situadas no Pós Porteira, que praticamente igualaram o nível de otimismo que já era demonstrado pela indústria Antes da Porteira no trimestre anterior.

Na indústria antes da porteira (insumos agropecuários), as empresas mantiveram a confiança que vem sendo apresentada nos últimos trimestres. Seu Índice subiu 0,8 ponto, para 119,2 pontos. O otimismo nesse segmento da indústria foi alimentado pelo comportamento do mercado de insumos – especialmente de fertilizantes – que avançou de julho a setembro, recuperando-se de uma certa letargia nas negociações ao longo do trimestre anterior.

Dentre todos os segmentos pesquisados, o das empresas do agronegócio situadas Depois da Porteira foi o que apresentou o maior aumento no nível de otimismo no 3º trimestre do ano. Sua confiança chegou a 118,4 pontos, alta de 8,3 pontos. Houve melhora na percepção dos executivos dessas indústrias com relação às condições gerais da economia brasileira. No momento em que as entrevistas para o estudo foram realizadas, esperava-se a aprovação da reforma da Previdência no Senado e se acreditava em avanços na reforma tributária ainda neste ano.

Deve-se também levar em conta outros aspectos específicos que influenciam o setor, como, por exemplo, a melhora nos indicadores de emprego e receita de venda dos hipermercados e supermercados, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. “Outro exemplo relevante vem do crescimento das exportações de café e grãos de janeiro a setembro deste ano, na comparação com o mesmo período do ano anterior, além das carnes, cujas vendas externas foram, em parte, impulsionadas pela Peste Suína Africana, na China. Somados, esses aspectos ajudam a explicar por que aumentou a confiança das empresas tanto em relação às expectativas para o futuro, quanto às condições atuais”, avalia Roberto Betancourt, diretor-titular do departamento do agronegócio da Fiesp.

Quanto aos Produtores Agropecuários, os ânimos se mantiveram em patamares elevados (alta de 0,7 ponto), chegando a 110,2 pontos. É o segundo maior resultado da série histórica, atrás apenas do recorde do 4º trimestre de 2018, que registrou 113,8 pontos.

O otimismo no âmbito dos produtores agrícolas, que cresceu 0,5 ponto no 3º trimestre do ano, para 112,2 pontos, veio de várias frentes. A disponibilidade de crédito rural, por exemplo, aumentou: para ilustrar, o desembolso para o custeio das culturas de soja e milho chegou a R$ 34,1 bilhões de janeiro a setembro de 2019, 11% acima do mesmo período do ano passado – as taxas de juro também caíram, facilitando o financiamento da produção.

De acordo com Márcio Lopes de Freitas, presidente da OCB, destaca-se também o aumento dos preços dos grãos, sustentados principalmente pela taxa de câmbio. “A relação de troca entre a produção e o pacote de insumos melhorou do ponto de vista dos produtores, o que refletiu em mais otimismo com relação aos custos. As cotações internacionais dos principais fertilizantes demonstraram tendência de queda, o que cria expectativas favoráveis para os agricultores”, complementa.

A confiança em relação a produtividade se mantém alta, apesar de ter recuado um pouco em relação ao trimestre anterior. Esse último aspecto pode ser atribuído à relativa demora na regularização das chuvas no período inicial de plantio em algumas das principais regiões produtoras.

Entre os pecuaristas, a faixa de confiança se mantém por quatro trimestre consecutivos, sequência inédita na série histórica para o segmento, que era notadamente pessimista até o final do ano passado. Os resultados se sustentaram pelos bons ânimos relacionados ao crédito, à produtividade e aos preços – o que é, nesse último caso, corroborado pelos indicadores de mercado tanto para a carnes quanto para o leite.

Ocorreu, no entanto, uma perda de confiança relacionada aos custos de produção. Uma das razões para isso está nos preços do milho, que se mantiveram em alta mesmo durante a entrada da produção da safrinha no mercado – o crescimento nas exportações acabou enxugando o mercado e retirando pressões baixistas. Além disso, aumentaram os preços médios do bezerro, que compõem os custos da pecuária de corte.

Novos ramos são apresentados no WCM

A partir do ano que vem, o cooperativismo brasileiro passa a ser representando por sete ramos, ao invés de 13. Durante sua participação no WCM, que termina nesta terça-feira, em Belo Horizonte (MG), o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, comentou sobre essa modernização. Ele fez questão de explicar que nada muda na rotina das coops e que essa alteração, que ocorre apenas no âmbito do Sistema OCB, se faz necessária para promover o fortalecimento e dar maior representatividade para alguns segmentos.

Nobile destacou que a classificação das coops brasileiras em ramos é necessária para que a OCB se organize internamente e, assim, otimize os esforços de suas equipes, com vista ao máximo aproveitamento das ações de representação dos interesses dos cooperados junto aos Três Poderes da República. A liderança também explicou que a Lei nº 5.764/1971 não faz essa classificação, mas a OCB, seguindo a tendência mundial de segmentar para melhor representar e, visando dar cumprimento às suas competências legais, deliberou fazer o mesmo.

“O que queremos é conversar melhor com a nossa base, debatendo com as cooperativas as suas necessidades, agrupando-as conforme suas afinidades e, por fim, construindo um ambiente cada vez mais sólido para que se desenvolvam com sustentabilidade”, argumenta o superintendente do Sistema OCB.

Durante o evento, Nobile também divulgou, em primeira mão, um vídeo que acaba de ser produzido pela OCB e que explica o processo de modernização dos ramos.

Vantagem

A reclassificação das cooperativas em um dos sete novos ramos tem por objetivo ampliar o alcance do cumprimento das competências da OCB, em especial a de defesa e representação das cooperativas. A reclassificação traz como principal benefício o atendimento do Sistema OCB com maior representatividade, em uma organização que apresenta ramos robustos. Além disso, a organização em grandes setores é mais adequada e flexível para se adaptar às rápidas mudanças de mercado e inovação. E como consequência temos uma maior padronização, alinhamento de discurso e comunicação mais assertiva.

Sem ônus

As cooperativas não terão nenhum ônus com essa reclassificação. A rotina delas segue normalmente. É importante reforçar que a classificação, como dito, tem seu alcance apenas internamente, na organização da representação e defesa das cooperativas. Não se presta, portanto, para definir o tratamento tributário, o enquadramento sindical ou mesmo a legislação aplicável a cada ramo. Todos esses pontos seguem sendo analisados a partir do objeto social e dos atos praticados pela cooperativa com seus cooperados.

Como eram e como ficam

Atualmente as coops são classificadas em um dos seguintes ramos: agropecuário, consumo, crédito, educacional, especial, habitacional, infraestrutura, mineral, produção, saúde, trabalho, transporte, turismo e lazer. Essa classificação vale até o dia 31/12.

Assim, a partir do dia 1º de janeiro, passam a valor os novos ramos, considerando que alguns foram agrupados a outros. As mudanças são as seguintes:

Novo ramo Justificativa

Trabalho e produção de bens e serviços

A partir de agora, esse novo ramo engloba as cooperativas que prestam serviços especializados a terceiros ou que produzem bens tais como beneficiamento de material reciclável e artesanatos, por exemplo. Ele reúne todas as cooperativas de professores e dos antigos ramos: produção, mineral, parte do turismo e lazer e, por fim, especial.

Infraestrutura

Composto por cooperativas que prestam serviços relacionados à infraestrutura a seus cooperados. Por exemplo: geração e compartilhamento de energia elétrica e, agora, com a incorporação do Ramo Habitacional, também terá as cooperativas de construção de imóveis para moradia.

Consumo

Composto por cooperativas que realizam compra em comum tanto de produtos quanto de serviços para seus cooperados (supermercados, farmácias). Engloba, também, as cooperativas formadas por pais para contratação de serviços educacionais e também aquelas de consumo de serviços turísticos (antigamente classificadas dentro do Ramo Turismo e Lazer).

Transporte

Este ramo preserva sua nomenclatura, mas seu conceito foi ajustado. A definição do ramo passa a trazer expressamente a condição do cooperado de proprietário ou possuidor do veículo. Deste modo, cooperativas formadas de motoristas de veículos de carga ou de passageiros, que não detenham a posse ou propriedade destes, devem ser classificadas no Ramo Trabalho e produção de bens e serviços; além disso, as cooperativas que se dediquem a transporte turístico, transfers, bugues, cujos cooperados sejam proprietários ou possuidores dos veículos e que eventualmente estejam enquadrados no Ramo Turismo e Lazer devem ser reclassificadas para o Ramo Transporte.

Saúde

Composto por cooperativas formadas por médicos, odontólogos ou profissionais ligados à área de saúde humana, enquadrados no CNAE 865. O novo Ramo Saúde também engloba as cooperativas de usuários que se reúnem para constituir um plano de saúde, pois são consideradas operadoras.

Agropecuário

Composto por cooperativas relacionadas às atividades agropecuária, extrativista, agroindustrial, aquícola ou pesqueira. Não sofreu alteração.

Crédito

Composto por cooperativas que prestam serviços financeiros a seus cooperados, sendo-lhes assegurado o acesso aos instrumentos do mercado financeiro. Não sofreu alteração.

Governança

Com essa simplificação, também estamos estudando a alteração do modelo de governança deles. Dessa forma, a proposta a ser debatida trará apenas sete conselhos consultivos e, dentro deles, câmaras temáticas. Com isso, cada coordenador de cada câmara assume, automaticamente, a função de conselheiro. Basicamente, as mudanças a serem discutidas ao longo deste ano no âmbito dos Conselhos Consultivos são as seguintes:

Ramo Trabalho e Produção de Bens e Serviços

- Câmara Temática das Cooperativas de Trabalho;

- Câmara Temática das Cooperativas Sociais (antigo Ramo Especial);

- Câmara Temática das Cooperativas de Garimpeiros;

- Câmara Temática das Cooperativas de Produção;

- Câmara Temática das Cooperativas de Professores;

- Câmara Temática das Cooperativas de Profissionais do Turismo.

Ramo Infraestrutura

- Câmara Temática das Cooperativas de Geração Distribuída;

- Câmara Temática das Cooperativas de Energia e Telecom;

- Câmara Temática das Cooperativas de Irrigação;

- Câmara Temática das Cooperativas Habitacionais.

Ramo Consumo

- Câmara Temática das Cooperativas de Consumo;

- Câmara Temática das Cooperativas de Consumo de Serviços de Turismo;

- Câmara Temática das Cooperativas de Pais.

Ramo Transporte

- Câmara Temática das Cooperativas de Transporte de Cargas;

- Câmara Temática das Cooperativas de Transporte de Passageiros.

Sem mudança

E, por último, os Conselhos Consultivos dos ramos Agropecuário, Crédito e Saúde não sofreram alterações em sua estrutura.

Fonte: Sistema OCB

SESCOOP/DF recebe representante da Secretaria de Trabalho

Representantes do SESCOOP/DF e da Secretaria de Trabalho do Distrito Federal (Setrab-DF) se reuniram, na manhã desta quinta-feira (17), para conhecer o Programa de Microcrédito Produtivo Orientado do DF, o Prospera, uma iniciativa da Setrab-DF.

O Prospera tem como objetivo conceder crédito para o atendimento das necessidades financeiras de empreendedores caracterizados como pessoas físicas ou jurídicas, das áreas urbanas e rurais, que possuem atividades produtivas de pequeno porte.

A subsecretária de Microcrédito e Empreendedorismo da Setrab-DF, Bárbara Ferreira de Oliveira, apresentou o programa aos representantes do SESCOOP/DF e explicou que cooperados e cooperativas do Distrito Federal também podem aderir ao Prospera e adquirir créditos e investimentos com boas condições, como baixa taxa de juros e capital de giro para o negócio dos pequenos empreendedores.

O próximo passo é apresentar o Prospera para as cooperativas e cooperados a fim de que eles possam desenvolver e promover o fortalecimento dos negócios.

Sistema OCB assina cooperação para o Brasil Mais Cooperativo

Mais uma ação em defesa do cooperativismo brasileiro vai movimentar o cenário brasileiro. O Sistema OCB assinou, na terça-feira (15/10), o Acordo de Cooperação Técnica (ACT) com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) para o programa Brasil Mais Cooperativo. Essa é mais uma conquista da parceria entre o Mapa e a entidade. E o presidente do Sistema, Márcio Lopes de Freitas, foi pessoalmente a Chapecó (SC) para firmar mais esse compromisso ao lado da ministra Tereza Cristina e do secretário da Agricultura Familiar, Fernando Schwanke.

A assinatura do ACT, que terá vigência de 2 anos, ocorreu durante a solenidade de reinauguração do Frigorífico Aurora Chapecó (FACH 1). A unidade foi duplicada e passa a contar com 5,5 mil colaboradores.  É muito emprego sendo gerado na maior unidade industrial de processamento suíno do país! Estarão presentes o presidente da cooperativa, Mário Lanznaster, e demais dirigentes.

Parceria

O programa Brasil Mais Cooperativo foi lançado em julho deste ano, com o objetivo de fortalecer o cooperativismo brasileiro e o Sistema OCB participou ativamente das discussões.

A política pública vai orientar todas as ações do ministério com relação ao incentivo para o desenvolvimento das cooperativas, em especial as do Ramo Agropecuário. Por esse motivo, o Sistema OCB faz questão de fornecer todo subsídio com relação a dados que possam ajudar a construção de um Brasil de fato mais conectado com o cooperativismo.

Estão no foco do Brasil Mais Cooperativo o aprimoramento da gestão, a assistência técnica e o acesso a mercados para cooperativas de pequeno e médio porte, principalmente as localizadas no semiárido brasileiro.

No acordo assinado, o foco maior é no quesito intercooperação. A proposta é a troca de boas práticas entre cooperativas. Com isso, a entidade pretende lançar edital para selecionar cooperativas a serem apoiadoras e outras para receberem esse fomento. A prioridade é atender às coops da agricultura familiar.

Por meio de questionários, os participantes terão a oportunidade de aprender aspectos e diagnósticos sobre a maturidade em negócios domésticos e internacionais.

A capacitação conta com visitas às cooperativas apoiadoras, acompanhamento e consultoria especializada em gestão, material didático sobre Compras Públicas e Primeira Exportação de Cooperativas, workshop e uma possível missão técnica para conhecer boas práticas aplicadas no mercado internacional.

Tanto avanço só pode resultar em desenvolvimento para o cooperativismo como um todo!

O evento

A cerimônia ocorreu no bairro Efapi, em Chapecó (SC), em meio à comemoração dos 50 anos de fundação da Aurora Alimentos e reinauguração do Frigorífico Aurora Chapecó.

Essa unidade, a FACH 1, recebeu várias ampliações, sendo a mais recente em 2018. Agora, com a duplicação, terá sua capacidade de abate aumentada de 5.230 suínos por dia para 10.527 cabeças por dia, segundo a cooperativa. Isso representa um incremento de mais de cem por cento na produção diária.

E a tecnologia não poderia estar de fora dessa inovação. Para alcançar esses resultados, a cooperativa Aurora vai implementar o abate humanitário. Trata-se do uso do gás CO2, que faz do processo indolor. Também serão utilizados na unidade a robotização da paletização de industrializados, a automação no processo de embalagem de linguiças frescais e a automação e robotização no cozimento de mortadela.

Esse foi mais um investimento que deve alavancar ainda mais essa produção para levar cada vez mais sabor e satisfação à mesa dos brasileiros.

Fonte: Sistema OCB

imagem site coop

XVI Encontro de Secretariado promove capacitação

Três dias de integração, capacitação, diversão, trabalho em equipe e intercooperação: assim, podemos definir bem como foi a 16ª edição do Encontro de Secretariado de Cooperativas, realizado entre os dias 26 a 28 de setembro, no hotel fazenda Villa Velluti, no Distrito Federal.

Foram cerca de 40 participantes, dentre profissionais de secretariado de cooperativas locais, colaboradores do SESCOOP/DF e palestrantes. O encontro já faz parte do calendário do Sistema OCDF-SESCOOP/DF e é realizado há 16 anos, oportuniza aos presentes dias de muita união e networking. Além disso, fomenta intercooperação e trabalho em equipe, aproximando os profissionais da área que fazem parte do cooperativismo do Distrito Federal.

Como objetivo, o encontro visa estimular conhecimento e técnicas de planejamento estratégico pessoal aos profissionais de secretariado de cooperativas para a melhoria do seu assessoramento às organizações.

Na oportunidade, Pâmela Mezzomo, membro do comitê de secretariado executivo do DF, falou sobre o papel do secretariado no cooperativismo. Já Marcela Brito, co-fundadora da iventys educação corporativa e co-idealizadora do comitê de secretariado executivo do DF, em sua palestra, “inovando na profissão de secretariado de cooperativas”, falou sobre sua trajetória e sobre a importância dos sonhos para seguir na profissão.

O XVI Encontro de Secretariado contou com bate papo sobre redes sociais, mostrando a importância de uma comunicação assertiva para potencializar resultados. O psicólogo Vitor Barros, do Trabalho no Divã, ficou por conta de apresentar aos participantes as competências essenciais para a atuação do profissional de secretariado, logo após, falou sobre controle do estresse no ambiente de trabalho.

O presidente do Sistema OCDF-SESCOOP/DF, Remy Gorga Neto, saudou os participantes e falou sobre a importância de sermos todos cooperativismo. Em sua fala, deu as boas-vindas aos presentes e abordou a atuação do Sistema para fomentar o desenvolvimento das cooperativas do DF.

Para quem participou, foi uma grande oportunidade para troca de conhecimentos. Márcia Aparecida de Souza, da Cooper-horti participou pela primeira vez e saiu do encontro já esperando pela próxima edição: “foi um evento completo no sentido de aprendizado, interação e descontração. Esses momentos são importantes para sairmos da rotina e renovar as energias para continuar o trabalho”, disse.

Ainda de acordo com Márcia, “o Encontro de Secretariado é uma oportunidade para conhecer pessoas de cooperativas diferentes e ainda fortalece laços de amizade”.

Workshop da ONU debate ações sustentáveis

Enquanto o mundo segue cada vez mais acelerado, as inovações para o desenvolvimento buscam o equilíbrio com a preservação dos recursos naturais. Para discutir como o modelo de negócios cooperativista tem contribuído para a geração de uma economia mais sustentável, o Sistema OCB realiza de hoje a quarta-feira (30/10), em parceria com a Organização das Nações Unidas (ONU), o Seminário Internacional Cooperativismo e os ODS.

A gerente-geral do Serviço Nacional de Aprendizagem em Cooperativismo (Sescoop), Karla Oliveira destacou que, por essência, as coops são aliadas naturais da ONU na erradicação da pobreza extrema no mundo, conforme prevê sua Agenda 2030. “Um dos propósitos do cooperativismo, senão o maior propósito, é tornar o mundo um lugar mais justo e equilibrado e com melhores oportunidades para todos. Sem dúvida alguma, esse grande propósito é totalmente convergente com a agenda de desenvolvimento sustentável”, afirmou a gerente-geral do Sescoop, Karla Oliveira.

“Temos buscado, nos últimos anos, trabalhar de forma cada vez mais alinhada com esse tema, adensando essa parceria especial com a ONU. Para nós, não há dúvidas: as cooperativas já trabalham para que essa transformação ocorra”, concluiu Karla. A representante do Sistema OCB também adiantou que a entidade passa por um processo de reformulação de suas estratégias de atuação, onde as metas de desenvolvimento sustentável terão uma marca ainda mais forte.

Nesse primeiro dia de debates, foram discutidas a parceria entre a OCB e o PNUD e a contribuição que o cooperativismo tem apresentado para que sejam alcançadas as metas de desenvolvimento sustentável.

Urgência

Esse é um momento chave da implementação da Agenda 2030 e seus 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, segundo o coordenador-residente da ONU no Brasil, o embaixador Niky Fabiancic. “Teremos somente uma década para reduzir significativamente a pobreza e a fome, promover o crescimento econômico justo e sustentável, criar condições mais igualitárias para o pleno desenvolvimento de todos os seres humanos e desenvolver sistemas de produção que aproveitem tudo o que o planeta nos oferece sem que esses recursos se esgotem”, alertou Fabiancic.

Segundo o embaixador, as ações devem, portanto, ser intensificadas e tratadas com urgência para que as metas sejam alcançadas; e o Sistema OCB tem atuado nas mais diversas esferas para promover cada vez mais a produção sustentável.

Dia C

Por meio de ações como o Dia de Cooperar, conhecido como Dia C, as unidades estaduais e as cooperativas levam às comunidades onde estão inseridas atividades que destacam, por exemplo, como ter uma produção geradora de riquezas, mas ao mesmo tempo que respeite o meio ambiente. Além disso, o Dia C também estimula o desenvolvimento de iniciativas voluntárias, transformadoras e que reflitam o interesse das cooperativas com a comunidade local.

Cooperação

O Acordo de Cooperação Técnica assinado entre o Ministério da Agricultura e o Sistema OCB foi apresentado como uma das estratégias de atuação que visa, por meio da intercooperação e da internacionalização, promover o crescimento das cooperativas. O programa, segundo o diretor do Departamento de Cooperativismo e Acesso a Mercados do Mapa, Márcio de Andrade Madalena, está alinhado aos ODS.

“O papel do Brasil como fornecedor de alimentos, fibra, energia, fitofármacos, por exemplo, é um papel relevante. Uma discussão de uma nova economia”, afirmou o coordenador de Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Kleber Santos. Essa economia, segundo ele, cresce cada vez mais forte e é importante que siga por um caminho mais sustentável.

Após conhecerem um pouco mais sobre como está estruturado o modelo de negócio cooperativo no Brasil e as ações alinhadas com a Agenda 2030, os representantes de organizações cooperativistas da Mongólia, Paraguai e da Aliança Cooperativa Internacional para as Américas (ACI) apresentaram suas principais ações.

Participação internacional

Além de representantes de Botsuana, China, Colômbia, Congo, Guiné Bissau, Mongólia, Nepal, Paraguai, Quênia, Uganda, Uruguai, Tadjiquistão e Zimbábue, participaram do primeiro dia do worshop o representante-residente do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Carlos Arboleda; o coordenador de Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Kleber Santos; o diretor do Departamento de Cooperativismo e Acesso a Mercados do Mapa, Márcio de Andrade Madalena; o representante da Agência Brasileira de Cooperação (ABC), André Barros; e o coordenador-residente da ONU no Brasil, o embaixador Niky Fabiancic.

Cadastro Ambiental Rural será permanente

O plenário do Senado aprovou, na quarta-feira (9/10), a Medida Provisória (MPV) 884/2019, que promove o Cadastro Ambiental Rural (CAR) Permanente, para que este cumpra sua função pública de reunir informações de monitoramento ambiental das propriedades atualizado.

A MP 884 também estabelece prazo máximo de dois anos para inscrição dos produtores rurais no Programa de Regularização Ambiental (PRA), caso estes queiram ter acesso aos benefícios da política pública.

Na visão da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), a matéria é importante para o país, uma vez que consolida a possibilidade de o novo Código Florestal cumprir todo o ciclo de monitoramento e regularização dos imóveis rurais pretendido desde a sua edição. A matéria, assim, vai ao encontro da preservação e recuperação ambiental do país.

Desde 2017, o prazo de inscrição no Cadastro Ambiental Rural vinha sendo postergado, mesmo que já existam mais de 5 milhões de propriedades cadastradas, o que corresponde a mais de 94% de adesão dos produtores rurais do país. Porém, como este prazo também estava vinculado ao Programa de Regularização Ambiental, a prorrogação foi necessária.

Como o Programa de Regularização Ambiental ainda não foi regulamentado em muitos estados haveria o risco de que, nestes locais, qualquer propriedade rural que não tivesse aderido ao PRA ficasse impedida de regularizar as áreas consolidadas se beneficiando do tratamento diferenciado do Novo Código Florestal. Em termos práticos, o benefício para o proprietário de imóvel rural seria encerrado antes mesmo de o Governo cumprir sua obrigação de regulamentar o PRA e analisar o CAR.

Tramitação

Durante a tramitação da Medida Provisória, a OCB participou de todas as discussões sobre o texto, com o objetivo de buscar o equilíbrio entre as partes interessadas na matéria, garantindo sua votação antes que esta perdesse a eficácia. Agora, a Presidência da República tem até 15 dias para analisar o texto para fins de sanção e possíveis vetos. A OCB continua mobilizada para que a MPV 884/2019 seja sancionada integralmente.

Fonte: Sistema OCB

Fórum Integrativo Confebras tem importantes apoiadores

Os maiores líderes do cooperativismo estarão reunidos em breve no 2º Fórum Integrativo Confebras. Serão dois dias de uma programação diversa e especializada que irá ocorrer na quinta e sexta-feira, dias 10 e 11, no Parque Cidade Corporate, em Brasília.

Para este grande momento, a Confebras conta com importantes incentivadores. Na categoria Ouro, a Icatu Seguros entra como a patrocinadora master do evento. Maior seguradora independente do País, tem mais de 6,5 milhões de clientes em todo o território nacional. Para a Categoria Bronze, aderiram os parceiros Seguros Unimed, Sicoob e Sicoob Cecres, Bancoob, Mapfre e Mongeral Egon.

Já o Sistema OCB, tradicional parceiro do setor, também estará presente com seu apoio ao evento. Congrega cooperativas de todos os ramos e mantém serviços de assistência e orientação geral em três entidades: Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop), Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (SESCOOP). Ainda apoiam o Fórum a Infotv e o Sicredi. O Banco Central do Brasil, principal autoridade monetária do País, estará presente como apoiador institucional.

O 2º Fórum Integrativo Confebras terá a participação de especialistas para abordar os temas mais relevantes para as Cooperativas de Crédito no contexto atual: os desafios da Agenda BC#, a governança corporativa, atributos do líder contemporâneo, inovação e tecnologias emergentes, impactos da Lei Geral de Proteção de Dados e da Resolução Bacen nº 4.658/2018, o papel da mulher e o engajamento dos jovens, as tendências de mercado e oportunidades de negócio.

Confira a programação em: confebras.coop.br/fic/.

Fonte: Confebras

Pesquisa científica ajuda a alavancar o cooperativismo brasileiro

Pesquisadores antenados com o movimento cooperativista estão reunidos, desde quarta-feira até sexta-feira (9 a 11/10), em Brasília, para participar do 5º Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo (5º EBPC), organizado pelo Sistema OCB. Com o tema central Negócios sustentáveis em cenários de transformação, o evento ocorre no Campus Gama do Instituto Federal de Brasília (IFB) e traz diversos painéis de debates e a apresentação dos 105 trabalhos acadêmicos selecionados.

Em sua 5ª edição, o EBPC já se tornou mais um eficaz meio de divulgação do cooperativismo na sociedade. O movimento cooperativista vive em plena expansão, presente em 150 países. No Brasil, percebemos que as pessoas ainda conhecem pouco sobre a importância do cooperativismo como gerador de emprego e renda. Então, o Sistema OCB estimula a pesquisa como um meio de geração de conhecimento do nosso modelo de negócios e para dar visibilidade e transparência aos resultados de cada ramo de atividade.

Cinco eixos de investigação nortearam esta edição do EBPC. Segundo o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, a escolha das temáticas é pertinente ao momento. Ao reforçar a importância da produção de dados, Nobile citou a publicação do Anuário do Cooperativismo Brasileiro 2019. “Para nós, aqui, enquanto entidade de representação nos estados e, aqui, nacional, seja OCB, seja Sescoop ou CNCoop, é fundamental para o nosso dia a dia, para mostrarmos para um governo federal, para um Executivo, para o Legislativo, para o Judiciário, dimensões sociais, dimensões econômicas, valores que temos dentro do cooperativismo. E tudo isso é gerado a partir dos dados”, defendeu ele.

Além de promover uma análise ampla sobre o movimento cooperativista, os participantes contribuem com sugestões para o melhoramento das práticas implementadas pelas cooperativas. A investigação leva em consideração as atividades das cooperativas e o cenário global em que o nosso modelo de negócios está inserido.

Segundo um dos organizadores do evento, o professor da Universidade Federal de Viçosa (UFV), Mateus Neves, muito conteúdo já foi produzido, mas o campo do cooperativismo é tão amplo que ainda há muito mais o que investigar e registrar.

Parceria

“O Sistema OCB tem dado um grande apoio à pesquisa e à inovação. A realização do 5º EBPC reforça que o sistema cooperativista tem essa preocupação e esse interesse de estar mais próximo da academia”, pontua a gerente de Desenvolvimento Social das Cooperativas, Geâne Ferreira. Entre as ações que traduzem essas iniciativas, Geâne cita a chamada pública feita em 2017 junto com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) para apoiar projetos; e a criação de um Comitê Interno de Pesquisas, para estimular a produção científica entre os colaboradores.

Do chamamento público de pesquisadores, foram selecionadas 41 propostas de um total de 375 vindas de várias regiões do país. “Com isso, vimos que o cooperativismo conseguiu trazer novos modelos, propor novas respostas e soluções através da ciência e da tecnologia no Brasil todo”, explicou Adriana Tonini, diretora de Engenharias, Humanas e Sociais do CNPQ.

O resultado desses estudos vai ser conhecido em 2020, em um seminário preparado especificamente para a apresentação das pesquisas. Ao todo, foram quatro linhas de investigação, sendo que a de maior destaque, segundo Adriana, é a de Governança, que pode viabilizar melhorias de gestão nas cooperativas.

Anfitrião, o diretor do Campus Gama do IFB, Romulo Nobre, deu as boas-vindas aos pesquisadores e afirmou que o Instituto está à disposição para apoiar as ações do cooperativismo brasileiro.

Mesa redonda

Após as considerações, os pesquisadores foram direto ao ponto e, já no primeiro painel do encontro, debateram sobre Identidade, representação e cenário jurídico. A conversa teve um jeito de mesa redonda e contou com a participação da chair do Comitê de Pesquisa da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), Sonja Novkovic. Antes, os participantes ouviram a mensagem em vídeo enviada pela chefe da Unidade de Cooperativismo na Organização Internacional do Trabalho (OIT), Simel Esim.

De acordo com Sonja, construir um entendimento legal a respeito do que é uma cooperativa não é um caminho simples. Sob coordenação da assessora Jurídica da OCB, Ana Paula Rodrigues, Sonja compartilhou suas percepções sobre o tema com a professora e pesquisadora Marie Bouchard, da Universidade de Quebec, em Montreal (UQAM) e com Mario de Conto, diretor geral da Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo do Sistema Ocergs.

No caso do Brasil, o ideal de cooperativa a ser construído passa por um cenário onde atuam diversos personagens, como cooperados, parlamentares e demais autoridades do Executivo e Judiciário. Com relação a essas questões, Conto pontuou a respeito das reformas que estão sendo promovidas no Brasil, como o caso da Tributária.

Sonja também palestrou sobre Governança Cooperativa e agenda de pesquisa; e Marie sobre Inovação social e transformação social em uma nova economia social. Ambas responderam às perguntas curiosas dos pesquisadores participantes.

Programação

Hoje (10), está prevista na agenda dos participantes do 5º EBPC uma oficina e dois seminários. Também está prevista a apresentação dos trabalhos selecionados.

Fonte: Sistema OCB

Cooperativa Recicle a Vida inaugura nova sede

A cooperativa Recicle a Vida tem agora um novo espaço para realizar suas atividades. No dia 25 foi inaugurada, em Ceilândia, a nova sede de trabalho da cooperativa que, a partir de agora, atenderá, de forma plena e simultânea, cerca de 150 pessoas entre catadores, egressos do sistema prisional e comunidade em situação de vulnerabilidade social.

A nova instalação da cooperativa vai beneficiar toda uma cadeia gerando emprego, renda e capacitação profissional. Além disso, o novo empreendimento contará com alimentação, assistência social e apoio a gestão das dez organizações de catadores do DF afiliadas à Rede Alternativa.

A Recicle a Vida beneficia a reciclagem em Ceilândia, Samambaia e Taguatinga. No novo espaço, os trabalhadores contarão com uma estrutura toda revitalizada: estacionamento e estrutura física interna, salas de cursos profissionalizantes, sala de alfabetização, além de cozinha e refeitório.

Na ocasião, foram entregues equipamentos, além da infraestrutura do local que teve como valor estimado R$ 1,26 milhão, custeado pela Fundação Nacional de Saúde (Funasa).

O presidente do Sistema OCDF-SESCOOP/DF, Remy Gorga Neto, durante a solenidade, saudou os presentes e falou sobre sonhos: “acordamos todos os dias com a intenção de realizar nossos sonhos. Como presidente do Sistema, sonho que o cooperativismo e as cooperativas do DF estejam cada vez mais fortes, trazendo resultados que interessem aos seus associados, promovendo qualidade de vida, geração de trabalho e renda”, disse.

Remy completou: “Quando chego aqui, em um momento como esse, sinto meu sonho realizado ao ver o cooperativismo e as cooperativas fazendo a diferença na vida das pessoas, isso é fundamental. É um modelo de negócios e de organização de pessoas que tem princípios e valores. Parabéns por todo o trabalho da Rede Alternativa, meus parabéns por essa importante conquista”.

Na oportunidade, além da solenidade de inauguração da nova sede, o momento contou com atendimento odontológico oferecido de forma gratuita e voluntária aos catadores.

 

Cooperativas serão reconhecidas por gestão de excelência

Cooperativas de todo o país aguardam, ansiosas, o resultado da 4ª edição do Prêmio SomosCoop Excelência em Gestão. A lista das reconhecidas será divulgada na próxima terça-feira (8/10), em Brasília. Ao todo, 272 cooperativas se inscreveram no ciclo 2019/2020 do Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC), implementado pelo Sistema OCB.

A cada edição, o prêmio apresenta novidades. Dentre as deste ano está, por exemplo, a possibilidade de as cooperativas centrais e as federações participarem. Outra inovação foi a reformulação do Diagnóstico de Governança, que ficou mais robusto, moderno e atualizado com as práticas exigidas pelo mercado, mas sem perder a essência cooperativista.

Também houve a segmentação das cooperativas em categorias, uma de cooperativas reguladas pelo Banco Central e pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e outra de não reguladas por esses órgãos.

Seleção

No período de sete meses, as cooperativas inscritas no PDGC foram avaliadas, o que incluiu até visitas, in loco, a 70 delas. Os objetivos foram analisar os procedimentos gerenciais praticados, bem como oferecer um feedback a respeito da gestão atual.

Vale destacar que a comissão julgadora contou com representantes do CNPQ, Banco Central, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Ministério da Economia, Fundação Getúlio Vargas e Universidade Federal de Minas Gerais.

Intercooperação

O Prêmio SomosCoop Excelência em Gestão ocorre a cada dois anos e é o resultado do PDGC. Por meio dele, é possível destacar as boas práticas e promover a troca de iniciativas entre as cooperativas reconhecidas, no Workshop de Boas Práticas em Governança e Gestão, realizado no ano seguinte ao da premiação. Além disso, as boas práticas passam a compor um compêndio referente a cada ciclo do PDGC.

Fonte: Sistema OCB

Lideranças do futuro em Brasília

A cerimônia do Prêmio SomosCoop Excelência em Gestão teve mais um momento especial. Os 35 jovens que vão participar do programa Somos Líderes e vão liderar o futuro do cooperativismo foram apresentados oficialmente para representantes de cooperativas de todo o país. O evento ocorreu terça-feira (8/10), em Brasília, e contou com a presença de cooperados de norte a sul do Brasil, além de autoridades e parlamentares.

O programa foi criado para formar uma liderança cooperativista comprometida e engajada em defender a bandeira do cooperativismo em toda a sociedade. Esta primeira turma será formada por jovens moradores das cinco regiões do país, com idades entre 21 e 35 anos, recém-graduados ou cursando o último ano do curso superior de qualquer área.

O embaixador especial da FAO para o cooperativismo, Roberto Rodrigues, um verdadeiro líder cooperativista, deu as boas-vindas aos alunos. Segundo Rodrigues, um bom líder deve ter não somente a capacidade de ouvir e entender as demandas das bases, mas também tomar decisões com agilidade e antecipar soluções. “O novo líder não é apenas um intérprete, não é apenas um entendedor do que a média dos seus cooperados deseja. Ele é o propositor de projetos. O novo líder tem que rasgar o horizonte, enxergar à frente.”, aconselhou Roberto Rodrigues.

Esse foi o primeiro encontro entre os participantes do Somos Líderes. Até abril de 2020, eles terão aulas virtuais e presenciais de assuntos como Tendência, Inovação e Liderança; Liderança no contexto cooperativista; Liderança no contexto organizacional; Liderança no contexto social; e Liderança no contexto político. Cada um desses módulos conta com metodologia inovadora, conteúdo via podcasts e encontros virtuais em webnários.

Quem sabe ensina

Um diferencial do curso é que todos os alunos terão acompanhamento feito por mentores, escolhidos entre os dirigentes das cooperativas reconhecidas pelo Prêmio SomosCoop Excelência em Gestão. Essa orientação personalizada continua por até dois anos após a conclusão do curso.

Os módulos presenciais serão realizados em Recife (PE), Chapecó (SC), São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG) e Brasília (DF). E para potencializar o aprendizado, estão previstas visitas técnicas a instituições e organizações que implantaram soluções que mostram na prática os conteúdos trabalhados durante o programa.

Assista ao vídeo de lançamento do programa Somos Líderes!

Fonte: Sistema OCB

Senado aprova Reforma da Previdência em primeiro turno

O Plenário do Senado Federal aprovou, em primeiro turno, o a PEC 6/2019, que trata da Reforma da Previdência. O texto aprovado nesta quarta-feira pelos senadores não possui alterações de mérito em relação ao texto aprovado pela Câmara dos Deputados e nem mudanças para o nosso setor.

Os pontos de interesse para o cooperativismo brasileiro, aprovados pela Câmara e discutidos pelo Sistema OCB e pelos parlamentares da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), foram mantidos. São eles:

  • CSLL de cooperativas de crédito: Manutenção da alíquota de 15% de CSLL para as cooperativas de crédito. No caso dos bancos, a alíquota foi ampliada para 20%.
  • FAT ao BNDES: Manutenção da redução de 40% para 28% dos recursos do FAT ao BNDES, para garantir a continuidade dos programas de desenvolvimento do setor produtivo financiados pelo banco.
  • Aposentadoria rural: Idade mínima de 60 anos para homens e 55 anos para mulheres. E mais: tempo de atividade rural será reconhecido para concessão de aposentadoria de acordo com as regras vigentes à época do exercício da atividade.

Próximos passos

A PEC 6/2019 ainda precisa ser apreciada em segundo turno. Se for aprovada pelo Senado, sem alterações de mérito, será promulgada como uma emenda à Constituição.

PEC paralela

O Senado pretende fazer alterações ao texto, futuramente, por meio de uma PEC Paralela (PEC 133/2019), que incluiu dispositivo que coloca fim à imunidade das exportações para os setores que participam da desoneração da folha e que pagam a tributação pela receita bruta (aves e suínos, por exemplo).

Acompanhamento

O Sistema OCB tem trabalhado em conjunto com os senadores da Frencoop pela supressão desse dispositivo, assim como foi feito na Câmara. O vice-presidente da Frencoop, senador Luís Carlos Heinze (RS), e a presidente da Comissão de Agricultura do Senado, Senadora Soraya Thronicke (MS), já apresentaram emendas nesse sentido.

Fonte: Sistema OCB

Divulgada a programação oficial do 5º EBPC

O Sistema OCB acaba de divulgar a programação do 5º Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo (EBPC). O evento mostra como a teoria pode e deve estar alinhada à prática das cooperativas, objetivando o desenvolvimento sustentável do setor. A grade contendo os horários, locais, atividades e responsáveis já pode ser conferida no aplicativo evento e, também, no site do EBPC. Ao todo, 105 trabalhos serão apresentados.

A programação do encontro ocorrerá entre os dias 9 e 11 de outubro, no campus do Instituto Federal de Brasília, localizado no Gama, a cerca de 35 km do centro de Brasília. A abertura está marcada para as 14h do dia 9 e contará com a participação da Diretoria Executiva do Sistema OCB. Nos outros dois dias, as palestras começam às 8h30.

Atenção

No dia 10, a partir das 17h, ocorrerão uma oficina e dois seminários, simultaneamente. Por isso, os interessados em participar de uma dessas sessões devem garantir sua vaga, acessando a plataforma.

A organização pede, ainda, que todos os pesquisadores devem apresentar o resultado de seus trabalhos seguindo o padrão do evento.

Campanha

Como forma de agradecer ao IFB pela liberação de suas dependências, a organização do evento está realizando uma campanha de arrecadação de livros para a biblioteca da instituição de ensino. A ideia é que cada participante leve pelo menos um livro técnico ou científico. A adesão à campanha é voluntária.

Sobre o EBPC

O encontro estimula o desenvolvimento de estudos que buscam maior eficácia e eficiência nos processos das cooperativas, e o alcance de um novo patamar de competência, por meio da percepção, avaliação e compartilhamento de conhecimentos e experiências.

Na quinta edição, o EBPC deste ano tem Negócios sustentáveis em cenários de transformação como tema. Assim como nas edições anteriores, o evento deste ano possui eixos que nortearão o debate e a construção do conhecimento sobre a temática do evento. São eles:

  1. Identidade e Cenário Jurídico;
  2. Educação e Aprendizagem;
  3. Governança, Gestão e Inovação;
  4. Capital, Finanças e Desempenho;
  5. Impactos Econômicos, Sociais e Ambientais.

Público

O 5º EBPC é aberto a todos os interessados em compreender e fortalecer as cooperativas enquanto organizações econômicas e sociais que promovem o desenvolvimento inclusivo. Dentro deste público, destacam-se os pesquisadores, gestores de cooperativas, dirigentes, profissionais do sistema de aprendizagem e representação e elaboradores de políticas públicas.

Downloads

Para acompanhar a programação e as notícias do EBPC é simples: basta fazer o download do aplicativo do evento, disponível em um dos links abaixo:

E para conferir o resumo dos trabalhos apresentados, basta que o interessado acesse o Livro de Resumos.

Programe-se

5º EBPC

Data: 9 a 11 de outubro

Local: Instituto Federal de Brasília – IFB (Campus Gama)

Endereço: Rodovia DF 480 Lote 1 - Pte. Alta Norte (Gama), Brasília - DF, 72429-005

Mais informações: Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Fonte: Sistema OCB

imagem site coop

É amanhã! XVI Encontro de Secretariado

Três dias de muita integração, capacitação e troca de conhecimento: é assim que os dias 26, 27 e 28 podem se definir. Com programação diversificada, a 16ª edição do Encontro de Secretariado reunirá cerca de 40 profissionais da área que atuam nas cooperativas do Distrito Federal. Na oportunidade, os presentes contarão com palestras, oficinas, workshops e dinâmicas.

O Encontro de Secretariado é um evento tradicional no calendário do Sistema OCDF-SESCOOP/DF e promove dias de muita união e networking, fomentando intercooperação e trabalho em equipe. Serão discutidos temas como o papel do secretariado no cooperativismo, utilização de redes sociais de forma assertiva, inovação na profissão, controle de stress e muitos outros. O encontro busca refletir o papel e a importância desses profissionais para o bom funcionamento organizacional das cooperativas do DF.

Como objetivo, o encontro visa estimular conhecimento e técnicas de planejamento estratégico pessoal aos profissionais de secretariado de cooperativas para a melhoria do seu assessoramento às organizações. O Encontro de Secretariado será realizado no Vila Velluti Hotel Spa & Convenções.

Serviço

O que: XVI Encontro de Secretariado de Cooperativas do Distrito Federal

Quando: 26 a 28 de setembro

Onde: Vila Velluti Hotel Spa & Convenções

BH sedia World Coop Management

Um dos maiores eventos focados na gestão das cooperativas, o World Coop Management (WCM), começou nesta segunda-feira, em Belo Horizonte (MG), e segue até amanhã. O evento reúne dirigentes do setor cooperativista de todo o país para debaterem sobre as tendências e inovações de mercado, em uma proposta de imersão em conteúdos de gestão.

O mote central do evento, que ocorre no Expominas, é Marketing e Criação de Valor e a programação está dividida em debates sobre Liderança (30/9) e Estratégia (1º/10). O evento conta com o apoio dos sistemas OCB e Ocemg.

SomosCoop

Os participantes têm a chance, também, de conferir de perto o uso do carimbo do Movimento SomosCoop, no espaço chamado Mercadinho SomosCoop, onde é possível visualizar a aplicação do carimbo em produtos e serviços de cooperativas. “Um dos objetivos do SomosCoop é mostrar à sociedade que cooperativismo está mais presente na vida das pessoas, por meio de produtos e serviços, do que elas imaginam. Mas isso só será possível com a adesão das cooperativas. É por isso que estamos aqui: para mostrar que a adesão ao movimento é gratuita e pode ser feita a qualquer momento”, comenta a gerente de Comunicação do Sistema OCB, Daniela Lemke.

Museu

Além do Mercadinho SomosCoop que estiver no WCM também poderá conferir de perto um pouco da história do cooperativismo, na mostra inédita do Museu dos Pioneiros de Rochdale, que, pela primeira vez, vem ao Brasil, direto do Reino Unido. O Museu abriga registros da história da Sociedade Equitativa dos Pioneiros de Rochdale, a primeira cooperativa dos tempos modernos, fundada em 1844.

 Debatedores

Entre os palestrantes convidados, está o diretor de Negócios Cooperativos Internacionais no Banco Cooperativo Rabobank, na Holanda, Hans Groeneveld, e o ex-executivo global da Lego, Christian Majgaard. O time de palestrantes brasileiros conta com os jornalistas Natuza Nery, Milton Jung e Rodrigo Bocardi, além do maestro e um dos melhores pianistas brasileiros de todos os tempos, João Carlos Martins. 

Com informações do Sistema Ocemg

imagem site coop

Ramo educacional é o grande vencedor do 19º Cooperjogos

Integração, união, intercooperação e muita alegria: são esses alguns adjetivos que classificam como foi a 19ª edição dos Jogos de Integração Cooperativista – Cooperjogos. Em 2019, com público recorde, o ramo educacional se consagrou como grande vencedor dos jogos ao levar boa parte das 20 modalidades do encontro. Sempre no pódio e com muita empolgação, o ramo se destacou e mostrou a que veio no Cooperjogos.

Em segundo lugar, o ramo agropecuário deu o sangue e também mostrou toda sua força. O ramo crédito e seus atletas alcançaram o terceiro lugar do Cooperjogos. Mas, na verdade, o importante é participar. A 19ª edição contou ainda com uma novidade, o troféu melhor torcida: no quesito animação, torcida e interação nas redes sociais, o ramo trabalho levou a melhor. No Cooperjogos é assim: a integração entre os ramos do cooperativismo fica em alta e se destaca quando o assunto é bem-estar, saúde, esporte e lazer.

Esses resultados foram apresentados na sexta-feira, 30, durante uma grande festa promovida pelo Sistema OCDF-SESCOOP/DF. No encontro, estiveram reunidos atletas, familiares, dirigentes e autoridades que atuam em cinco ramos do cooperativismo do DF, além da representação do Sistema. Neste ano, o Cooperjogos, realizado no dia 17 no Sesi Taguatinga, contou, no total, com a presença de 750 pessoas, entre eles, 630 eram atletas: um verdadeiro recorde para o encontro.

A solenidade de encerramento do 19º Cooperjogos, realizada no Minas Hall, fechou com chave de ouro mais uma edição de sucesso. O evento contou com a presença de representantes de cooperativas de variados segmentos: agropecuário, crédito, educacional, produção, representação e trabalho. Foi um momento de integração, união e comemoração pelos bons resultados obtidos.

A solenidade contou, ainda, com sorteio de brindes, música ao vivo e muita animação.

Miss e Mister Cooperativismo 2019

O ponto alto da solenidade de encerramento do Cooperjogos foi o desfile das candidatas e dos candidatos a Miss e Mister Cooperativismo. Na oportunidade, doze participantes entraram na passarela e mostraram que seus ramos estavam muito bem representados.

Compondo a mesa de jurados, a Miss Brasília 2017, Anna Lyssa, o Mister Brasília 2019, Patrick Basílio, o coordenador do concurso de miss e mister Brasília, Mayck Carvalho, o presidente da Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF), Fernando Brites, subsecretário de Articulação Social e do Trabalho da Secretaria de Relações Institucionais, Valteni Souza e o assessor especial da presidência da Caesb, coronel Jair Tedeschi.

Os representantes do ramo trabalho levaram para casa a coroa e o título de Miss e Mister Cooperativismo 2019: Pamela Oliveira e Lucas Linard foram os escolhidos para representar o cooperativismo do Distrito Federal até a próxima edição do Cooperjogos.

Larissa Rodrigues (educacional) e Jean Fernandes (representação) foram premiados como Miss e Mister Elegância. Já Amanda Oliveira (representação) e Alfredo Rossi (crédito) levaram para casa a faixa de Miss e Mister Simpatia.

Confira algumas fotos do evento