Coop apresenta contribuições para a segurança alimentar e combate à fome

 

As contribuições do coop para a agricultura familiar, combate à fome e valorização dos agentes ambientais (antigamente chamados de catadores) foram temas de reunião entre o Sistema OCB e o secretário-executivo do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), Osmar Júnior, nesta segunda-feira (20). A pasta é estratégica, uma vez que é responsável pela Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional, pela Política Nacional de Desenvolvimento Social, pela coordenação do Grupo Gestor do Programa Alimenta Brasil, além da aprovação dos orçamentos gerais do Serviço Social do Transporte (Sest).

Para fomentar a agricultura familiar, a principal sugestão do Sistema OCB é garantir, por meio de regulamentações e na Lei Orçamentária Anual (LOA), a continuidade das compras governamentais de produtos desses produtores. Para isso, a entidade destacou a importância do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e de outras modalidades de contratação pública com foco na produção sustentável.

“As cooperativas do Ramo Agro já estão alinhadas às boas práticas ambientais em seus processos desde o cultivo até a industrialização de alimentos. Sabemos do nosso importante papel como instrumentos para operacionalizar as políticas públicas, gerar economia de escala e agregar valor à produção dos pequenos produtores rurais. Pretendemos continuar contribuindo cada vez mais”, destacou a superintendente Tania Zanella.

As cooperativas do agro são responsáveis pela produção de 53#$-$#da safra nacional de grãos. Essa presença relevante na cadeia produtiva pode e deve ser utilizada para ações de combate à fome, salientou Tania. “Elas promovem a capilaridade em redes produtivas de hortifrúti e tantas outras de origem animal e vegetal. O Brasil é ator-chave para a segurança alimentar mundial e isto também passa pelo cooperativismo”.

A superintendente defendeu ainda a organização de produtores rurais cooperativistas como forma de fortalecer o poder de escala das coops e atuação no mercado, desde a produção de insumos até a comercialização, passando também pela industrialização e armazenagem dos produtos agropecuários.

Reciclagem

O Sistema OCB congrega 97 cooperativas de reciclagem que reúnem cerca de 4 mil catadores de materiais. A inclusão deles nas políticas públicas de distribuição de renda e habitação também foram abordadas na reunião. “Os catadores precisam estar no rol de beneficiários priorizados nessas políticas voltadas para a população em vulnerabilidade, por meio do Cadastro Único. A relevância destes profissionais para que a Política Nacional de Resíduos Sólidos seja efetiva é inquestionável. Eles precisam ser reconhecidos por estes programas, pois, além do excelente papel de proteção ambiental, eles trabalham muitas vezes em ambientes insalubres, com baixa segurança e remuneração instável”, explicou Tania.

Natural do Piauí, Osmar Júnior é advogado e já exerceu cargos públicos como vice-governador, deputado federal, secretário de governo, secretário de Transportes de Teresina, vereador, e presidiu a Fundação Cultural do Piauí. Ele parabenizou a atuação do cooperativismo brasileiro na inclusão social e na distribuição de renda e disse que as sugestões do Sistema OCB serão acolhidas no escopo das políticas públicas da pasta.

“O cooperativismo é uma ótima ferramenta para a inclusão produtiva e geração de renda. Vamos considerar as contribuições do setor na formulação de políticas públicas que preconizam a redução das desigualdades sociais e combate à fome. Fiquei muito animado em saber mais sobre a organização das cooperativas em diversos segmentos, como reciclagem e agricultura familiar”.

 

Cooperativismo de crédito é tema de podcast com a participação do presidente da OCDF

O presidente do Sistema OCDF-SESCOOP/DF, Remy Gorga Neto, concedeu entrevista ao CONTECast, podcast produzido pela Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito (CONTEC).

Remy iniciou citando como exemplo a França, Canadá, Holanda e a Alemanha, países onde o cooperativismo financeiro ostenta dados expressivos. Em seguida, falou sobre o bom momento do setor no Brasil, que tem se consolidado cada vez mais como uma opção viável, segura e financeiramente rentável para os brasileiros que buscam uma alternativa ao sistema financeiro convencional. “As cooperativas de crédito, hoje, são responsáveis por fornecerem serviços e produtos a micro e pequenos empresários em várias regiões do nosso país. E essa capilaridade faz com muitas instituições cooperativas estejam presentes em municípios que sequer têm a agência de algum banco convencional”, pontuou.

Em outro momento da entrevista, o presidente da OCDF esclareceu as diferenças entre o cooperativismo de crédito e o sistema financeiro tradicional, além de defender a segurança que circunda as cooperativas. Essas organizações contam com a mesma proteção dada aos clientes das demais instituições financeiras, seguem as regras do Conselho Monetário Nacional, são fiscalizadas pelo Banco Central e asseguradas pelo FGCoop, o Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito, uma solução criada para fortalecer o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo e que funciona como uma espécie de seguro, caso ela não consiga honrar seus compromissos financeiros.

Confira a entrevista completa em nosso canal no YouTube.

PDGC é destaque em reportagem do Canal AgroMais

O Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC), programa desenvolvida no Distrito Federal por meio da atuação do Sistema OCDF-SESCOOP/DF, foi destaque de reportagem produzida pelo Canal AgroMais, pertencente ao Grupo Bandeirantes.

A reportagem detalhou a rotina da Cooperativa de Agricultura Familiar Mista do Distrito Federal (Coopermista), fundada há sete anos e que recebeu, no mês de fevereiro, um troféu de reconhecimento pela participação no Ciclo 2022 do PDGC, concedido pelo sistema cooperativista brasiliense. Atualmente a Cooperativa reúne um total de 110 agricultores familiares que produzem frutas, verduras e legumes. Parte dessa produção tem como destino o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), o Programa Alimenta Brasil (PAB) e o Programa de Aquisição da Produção da Agricultura (Papa-DF), políticas públicas criadas pelos governos distrital e federal visando a aquisição de alimentos e hortaliças da agricultura familiar para uso na alimentação da rede pública de ensino.

Uma outra parcela de alimentos produzidos pela cooperativa é destinada ao Programa Cesta Verde, uma solução do Governo do Distrito Federal que distribui alimentos para pessoas em situação de vulnerabilidade.

Ivan Engler, presidente da cooperativa, da Central Unium - primeira Central de Cooperativas do Agro do DF/RIDE -, e também diretor administrativo da OCDF, destacou ao canal que o amadurecimento e a adoção de boas práticas de gestão e de governança foram fundamentais para o crescimento da organização e a participação nos contratos públicos. “Com a assessoria oferecida pelo Sistema OCDF-SESCOOP/DF, recebemos a visita de técnicos para ver o que estávamos fazendo e apontar o que poderia melhorar. Tivemos um resultado muito bom, melhorando nos pontos em que estávamos com dificuldade e potencializando o que já estava dando certo”, contou o dirigente.

A reportagem evidenciou as vantagens de ser associado à uma cooperativa como a Coopermista, que facilita a aquisição de insumos, o escoamento da produção, o acesso a novas tecnologias e ferramentas e também a assessoria técnica especializada.

Para saber mais sobre o PDGC, acesse pdgc.somoscooperativismo.coop.br

Confira a reportagem.

Contabilidade é foco de encontro do Sistema OCDF

Profissionais responsáveis pela contabilidade de cooperativas do Distrito Federal participaram na noite do dia 22 de março da edição 2023 do Encontro de Contabilidade Cooperativista. A atividade, promovida pelo Sistema OCDF-SESCOOP/DF, ocorreu nas instalações do Centro Universitário do Distrito Federal (UDF), na Asa Sul, e reuniu, também, estudantes do curso de contabilidade da instituição.

Esta nova edição do encontro permitiu um aprofundamento acerca da contabilidade cooperativista e suas particularidades, já que as sociedades cooperativas possuem características peculiares, uma vez que são diferentes das chamadas empresas tradicionais em vários aspectos.

A analista e monitoramento da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Neiva Birck, deu início à atividade fazendo uma breve apresentação das normas de contabilidade vigentes no Brasil, em especial aquelas que tem como foco o cooperativismo, casos das leis nº 5.764, nº 12.690 e nº 196, além de resoluções ainda válidas do extinto Conselho Nacional do Cooperativismo. Ela também falou sobre as premissas básicas da contabilidade no universo cooperativista.

O evento contou, na sequência, com a participação do diretor de Supervisão e Risco da Sicoob Nova Central, Alaôr Morais, e do conselheiro vogal da Junta Comercial, Industrial e Serviços do Distrito Federal (Jucis/DF) e professor da UDF, Cássio dos Santos Garcia. Eles falaram, respectivamente, sobre aspectos contábeis de cooperativas de crédito e registros empresariais no âmbito da capital federal.

O presidente do Sistema OCDF-SESCOOP/DF, Remy Gorga Neto, também salientou as particularidades que o modelo de negócio cooperativo reúne e falou de a importância de profissionais de contabilidade estarem sempre atento a esses aspectos, contribuindo para uma boa gestão e para melhorar os resultados da cooperativa. 

Remy frisou ainda a possibilidade de troca de conhecimentos que a realização do encontro permite, já que uniu profissionais e estudantes de graduação em contabilidade.

 

Reconhecimento aos agricultores familiares é tema de reunião com MDA

 

Dando sequência às reuniões estratégicas do Sistema OCB com os principais atores dos órgãos do Executivo, nesta quarta-feira (8), foi a vez do encontro com o assessor especial do Ministério de Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), Thiago Borges. A pasta é responsável pelas políticas públicas que abrangem a agricultura familiar; a reforma agrária; a regularização fundiária e de territórios quilombolas; o Cadastro Nacional da Agricultura Familiar; a assistência técnica e extensão rural; e a educação no campo.

O estímulo à agricultura familiar e aos cooperados com este perfil foi o primeiro item da pauta. Segundo a superintendente do Sistema OCB, Tania Zanella, 71,2#$-$#dos produtores de cooperativas são da agricultura familiar e mais de 9 mil profissionais em cooperativas são dedicados à assistência técnica e extensão rural. “As práticas de nossas cooperativas e cooperados na produção agrícola são sustentáveis do plantio até a industrialização dos alimentos. Temos ciência do nosso papel como instrumentos de geração de economia de escala, de agregação de valor à produção de pequenos produtores rurais e de acesso a novas tecnologias, assistência técnica e extensão rural”, iniciou Tania.

A garantia de recursos e taxas de juros compatíveis com as atividades do meio rural foi outra questão levantada pela superintendente ao falar sobre o fortalecimento da atual estrutura do Crédito e Seguro Rural. “Para que nosso modelo de negócios continue contribuindo para a economia e segurança alimentar, como vem fazendo, é preciso fortalecer também, mecanismos de proteção como o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro). Nesse sentido, tivemos uma boa sinalização por parte do presidente da República na mensagem ao Congresso Nacional, prevendo a destinação de recursos para o Plano Safra em benefício do cooperativismo”.

Foram discutidas ainda as políticas públicas de apoio ao agricultor familiar, a exemplo do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae) e do Selo Biocombustível Social (SBS). Estes programas contam com a contribuição das cooperativas para sua adequada operacionalização.

O assessor especial Thiago Borges ressaltou a importância do cooperativismo para as políticas que estão sob a alçada da pasta, assim como a abertura com o Sistema OCB para o avanço nas discussões que envolvam a agricultura familiar e seus atores.

 

imagem site coop

Evento marca o lançamento do Ciclo 2023 do PDGC

O Sistema OCDF-SESCOOP/DF promoveu, na noite de quarta-feira, 15 de fevereiro, o lançamento do Ciclo 2023 do Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC). O evento reuniu dirigentes de cooperativas locais para apresentar as diretrizes do programa para o ano atual e como a adoção de boas práticas de gestão e de governança podem fazer a diferença para o negócio cooperativo.

Remy Gorga Neto, presidente do Sistema OCDF-SESCOOP/DF, deu início ao evento citando a importância do PDGC para o fortalecimento do cooperativismo. Ele pontuou que a iniciativa viabiliza o fornecimento de dados consistentes para que a equipe do SESCOOP/DF possa pensar e elaborar ações para atender às demandas apresentadas por cooperativa.  “A cooperativa, ao participar do programa, permite que possamos conhecer melhor as suas necessidades e nos dá subsídios para agir de forma assertiva, melhorando o processo de gestão e contribuindo para o avanço do modelo de negócio cooperativista”, afirmou Remy.

Em seguida, o líder do sistema cooperativista do DF salientou aos presentes que o PDGC é voltado não apenas para as coops que já estão imersas no processo de maturidade de gestão e governança, mas, sobretudo, um instrumento de aperfeiçoamento para aquelas que já estão iniciando o processo de maturidade de gestão e governança.

Presente ao evento, Tânia Zanella, Superintendente do Sistema OCB, incentivou a participação das cooperativas no programa, lembrando que o reconhecimento do movimento cooperativista tem sido fortalecido nos últimos anos com a apresentação de dados sólidos. Ela citou como exemplo a forma pela qual vem ocorrendo a articulação feita pela OCB junto ao novo governo, novos deputados e senadores, destacando os momentos em que são apresentados os números alcançados pelo setor, bem como as futuras projeções.

“O sistema cooperativista brasileiro tem suas obrigações de representação, articulação institucional e luta diariamente pelo fortalecimento dos negócios cooperativos. Essa responsabilidade é nossa, mas vocês, cooperativas, também reúnem algumas.  A busca por melhorias, por avanços, são responsabilidades que podem ser cumpridas com a adesão ao PDGC, um programa que não só colabora para a força do cooperativismo em número, mas que comprova que as cooperativas podem ajudar na construção de um mundo melhor”, salientou.

Na sequência do evento, a superintendente do SESCOOP/DF, Carla Madeira, fez uma breve apresentação da nova estrutura organizacional da instituição. A intenção, segundo ela, é prestar um atendimento mais assertivo e personalizado para as cooperativas brasilienses.

A realização contou, também, com a apresentação do PDGC no âmbito do Distrito Federal. Geâne Ferreira, gerente-geral do SESCOOP/DF, detalhou os ciclos que são desenvolvidos durante a aplicação do programa, bem como dados obtidos pelas 33 cooperativas que aderiram ao PDGC em 2022. Ela destacou as evoluções das organizações locais, comentou sobre compromissos assumidos pelo SESCOOP/ DF para o ano de 2023 e conclamou as cooperativas a participarem do atual ciclo do programa, lembrando que a OCB realiza, em anos ímpares, o Prêmio SomosCoop – Excelência em Gestão.

O prêmio é o reconhecimento em nível nacional das cooperativas que mais promovem o aumento da qualidade e da competitividade do nosso modelo de negócio. A premiação dá destaque a quem já está pensando hoje no cooperativismo de amanhã, avançando por meio da adoção e desenvolvimento de boas práticas de identidade cooperativista, governança e gestão.

O evento foi encerrado com o reconhecimento de cada uma das 33 cooperativas que participaram do programa ao longo do ano passado.

O PDGC

O PDGC é um dos programas do Sescoop Nacional voltados para o desenvolvimento da autogestão, cujo objetivo principal é promover a adoção de boas práticas de gestão e de governança no negócio cooperativo.

O Programa é aplicado por meio de instrumento de avaliação, que permite um diagnóstico objetivo da governança e da gestão da cooperativa. É realizado em ciclos anuais, visando à melhoria contínua a cada ciclo de planejamento, execução, controle e aprendizado.

O Instrumento de Avaliação é dividido em dois questionários. A cooperativa, primeiro, responde ao Questionário de Governança, baseado no Manual de Boas Práticas de Governança Cooperativa do Sistema OCB, que é um modelo de direção estratégica, fundamentado nos valores e princípios cooperativistas. Na sequência, responde ao Questionário de Gestão, que avalia a gestão da cooperativa com base no Modelo de Excelência da Gestão (MEG) da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), que é um modelo referencial utilizado para promover a melhoria da qualidade da gestão e o aumento da competitividade das organizações.

Após o preenchimento dos questionários, a cooperativa recebe de forma automática uma devolutiva na qual, a partir das oportunidades de melhoria apresentadas, torna possível definir e implementar ações para o desenvolvimento da cooperativa.

Arnaldo Jardim é o novo presidente da Frencoop

 

A Frente Parlamentar do Cooperativismo tem um novo presidente: o deputado federal Arnaldo Jardim (SP). Defensor do movimento e um dos parlamentares mais influentes do colegiado nas últimas legislaturas, sempre atuou de forma alinhada com o Sistema OCB tanto para a aprovação de projetos com impactos positivos para o cooperativismo, como para a erradicação de danos ao modelo de negócios do movimento. “Estou muito animado com esse novo desafio e vou atuar para buscar um ambiente normativo cada vez mais positivo para o desenvolvimento do coop no Brasil”, ressaltou.

“Estamos muito felizes com esse novo comando da nossa frente e temos a certeza de que poderemos continuar desenvolvendo um trabalho muito sério e ao mesmo tempo extremamente positivo para o nosso setor. A Frencoop é uma das bancadas suprapartidárias mais atuantes e influentes do Congresso Nacional e o Arnaldo se destaca pelo poder de articulação, conhecimento técnico, credibilidade e excelente trânsito entre seus pares”, afirmou o presidente Marcio Lopes de Freitas.

Em seu quinto mandato como deputado Federal, Arnaldo assume a presidência da frente com o desafio de avançar nas discussões sobre Reforma Tributária e o adequado tratamento tributário ao ato cooperativo, bem como a aprovação de marcos regulatórios que possibilitem a inserção de cooperativas nos mercados de seguros (PLP 519/2019) e de telecomunicações (PL 1.303/2022). Outra prioridade do movimento é a instituição de um modelo de recuperação judicial específico para as cooperativas (PL 815/2022).

Entre 2019 e 2022, Arnaldo foi coordenador do Ramo Crédito da Frencoop e apresentou, entre outras medidas, o PLP 27/20, que se transformou na LC 196/22 (Modernização do Cooperativismo de Crédito) conseguindo, juntamente com o relator deputado Evair de Melo, construir acordo com a oposição e aprovar por unanimidade a proposta. Neste tema, foi responsável também pela aprovação do requerimento de urgência para o projeto fosse votado diretamente no Plenário da Câmara. Também é autor do PL 5.191/2020 que cria o Fundo de Investimentos nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro) para fomentar o setor agropecuário brasileiro.

Avanços

A Frencoop foi presidida pelo deputado Evair de Melo (ES) na última legislatura (2019-2022) e registrou diversas conquistas importantes para o coop nesse período. Entre as principais, a aprovação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 27/20, que se transformou na Lei Complementar (LC) 196/22 e modernizou a legislação do cooperativismo de crédito, com o aprimoramento das regras de gestão, governança e negócios para cooperativas, e a inclusão o ato cooperativo como um dos principais pontos de debate da Reforma Tributária.

A prorrogação da desoneração da folha (Lei 14.288/21); o reconhecimento do ato cooperativo para o setor de aves e suínos (derrubada do Veto 5/20); o acesso das cooperativas ao Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte - Pronampe (Leis 14.042/20 e Lei 14.161/21); a regulamentação da telemedicina (PL 1.998/20); e a expressa garantia do direito de cooperativas concorrerem em licitações (Lei 14.133/21) foram outras vitórias significativas para o movimento ao longo dos últimos quatro anos.

O presidente Marcio também reforçou as conquistas dos últimos anos e agradeceu o deputado por sua dedicação e compromisso com o cooperativismo. “O Evair representou com excelência nosso movimento e só temos a agradecer também. Ele deixa a presidência da Frencoop, mas continuará fazendo parte do colegiado e defendendo nossas pautas. É um parceiro que muito nos orgulha”.

 

Presidente da OCDF fala sobre o cooperativismo brasiliense ao CoopCafé

Em entrevista concedida ao CoopCafé, único programa de rádio totalmente dedicado ao cooperativismo brasileiro, o presidente do Sistema OCDF-SESCOOP/DF, Remy Gorga Neto, falou sobre a força do cooperativismo do Distrito Federal. O dirigente fez uma breve análise do cenário atual e falou sobre as perspectivas para o futuro. Ainda, contou que, em fevereiro, a OCDF completa 50 anos, fato que será celebrado pela organização ao longo de todo o ano, com a promoção de diversas atividades.

Remy iniciou a entrevista destacando as boas perspectivas que o sistema cooperativista prevê para 2023. Ele comentou sobre o contínuo crescimento do movimento no território brasiliense e assegurou que tanto o a OCDF quanto o SESCOOP/DF estão angariando esforços para o crescimento do coop. Em seguida, o dirigente fez uma breve análise das atividades desenvolvidas ao longo do ano passado, que permitiram o amadurecimento do cooperativismo distrital.

O chefe do sistema cooperativista lembrou, ainda, que o DF conta com cooperativas bem consolidadas, como o caso daquelas que integram o Sistema Sicoob. Remy citou como exemplo o momento em que dirigentes da Sicoob Planalto Central e da Sicoob Goiás Central, duas importantes centrais de cooperativas de crédito do Brasil, estiveram reunidos para dar o pontapé inicial para a criação de uma nova central de cooperativas de crédito e uma das maiores uniões sistêmicas do cooperativismo brasileiro.

Remy falou também sobre o trabalho desenvolvido junto às cooperativas de reciclagem e às organizações que integram o ramo agropecuário. “A gente tem compromisso muito grande com as cooperativas. Um compromisso de estar acompanhando e fortalecendo o processo de gestão”, salientou o dirigente durante a entrevista.

A entrevista completa está disponível em nosso canal no YouTube.

imagem site coop

Centcoop recebe visita de representantes da ONU

 

A Central de Cooperativas de Materiais Recicláveis do Distrito Federal e Entorno (Centcoop) recebeu na tarde de quinta-feira, 2 de fevereiro, a visita de representantes da Organização das Nações Unidas (ONU). A atividade foi articulada pelo Departamento de Relações Econômicas e Sociais da Organização e contou com a participação de Andrew Allimadi, ponto focal para cooperativas da ONU, e de Oleg Serezhin, assessor sênior e também chefe do Setor de Capacitações da entidade mundial.

A dupla veio ao Brasil com o objetivo de conhecer a realidade de cooperativas referências no fomento ao desenvolvimento sustentável e crescimento econômico inclusivo. Além da Centcoop, visitaram uma cooperativa no Paraná e outra no Rio de Janeiro e se reuniram com o diretor-Geral da Agência Brasileira de Cooperação, Ruy Pereira, e com a chefe da Secretaria Nacional de Abastecimento, Inovação e Cooperativismo, Renata Miranda.

A visita à cooperativa brasiliense foi iniciada com uma apresentação. Aline Sousa, presidente da Central, resumiu a história da cooperativa, falando sobre o processo de criação, a evolução, os desafios e as perspectivas. A dirigente falou, ainda, sobre a estrutura organizacional, o apoio do Sistema OCDF-SESCOOP/DF, Sistema OCB, a relação com órgãos de governo e salientou a relevância do trabalho de cada cooperado, a capacidade de aproveitamento de resíduos e também questões tributárias que, se revistas, podem potencializar a atuação da Central. “Acreditamos na esperança de ter dias melhores, de que o trabalho do tratador de resíduos e materiais recicláveis seja cada vez mais reconhecido. Que a gente possa trabalhar para viver e não apenas sobreviver”, declarou a presidente da central.

Remy Gorga Neto, presidente do Sistema OCDF-SESCOOP/DF, acompanhou a atividade e falou aos representantes acerca do comprometimento da organização em desenvolver o cooperativismo. Ele elencou algumas ações já desenvolvidas pelo Sistema em nível local e nacional, destacou ações futuras e, ainda, o objetivo do cooperativismo de garantir dignidade e respeito. “Com as nossas ações vamos colocar cada tratador de resíduos e materiais recicláveis em posição de melhorar a sua condição de vida e a da sua família também”, garantiu o dirigente do sistema cooperativista local.

Tânia Oliveira, secretária-executiva adjunta da Presidência da República, esteve presente à sede da Centcoop e também ressaltou a importância do trabalho desenvolvido no local. Ela destacou a contribuição dos tratadores de resíduos e materiais recicláveis na questão ambiental, elogiou a organização da central, falou do olhar do mundo para as entidades brasileiras e frisou que a pauta dos tratadores de resíduos e materiais recicláveis é de interesse do governo federal. “Cada um deles é peça importante de um processo que deve ser cada vez mais valorizado. Os tratadores prestam um serviço relevante para a sociedade e vamos apoiar, viabilizar a buscar por recursos no Brasil e fora do país”, assegurou ela.

Após as apresentações, os representantes da ONU caminharam pela área do Complexo Integrado de Reciclagem do Distrito Federal (CIR/DF), onde atua a central. O local ocupa um espaço de 80 mil m² às margens da Via Estrutural e compreende duas centrais de triagem e reciclagem (CTRs) e uma Central de Comercialização (CC). Durante a caminhada, os representantes puderam compreender melhor o trabalho desenvolvido pelos cooperados e ainda a estrutura de cada cooperativa afiliada à central. A dupla também foi informada sobre projetos futuros que serão implementados no local, como a construção de uma horta que irá produzir alimentos variados, oferecendo segurança alimentar e nutricional para os tratadores de resíduos e materiais recicláveis e suas famílias.

Andrew Allimadi disse estar impressionado com a evolução, as perspectivas e a estrutura da central de cooperativas. Ele elogiou a organização com a qual os cooperados atuam para buscar condições mais dignas de trabalho e de vida e lembrou da consonância da organização com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que buscam assegurar os direitos humanos, acabar com a pobreza, lutar contra a desigualdade e a injustiça, alcançar a igualdade de gênero e o empoderamento de mulheres e meninas e agir contra as mudanças climáticas.

Allimadi elencou alguns ODS que estão diretamente associados ao trabalho de coleta seletiva e destinação de resíduos e materiais descartáveis e reforçou a importância de se garantir um planeta saudável e prospero para as gerações futuras.

O representante da ONU expressou, ainda, o otimismo da entidade com a oportunidade de tonificar a relação com o Brasil nos próximos anos. “Em Brasília, há uma coordenadora que trabalha para maximizar o trabalho da ONU. Essa atuação tem como cerne os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e leva em consideração também as pautas do governo local e os interesses de entidades com as quais nos relacionamos. Saímos dessa visita com uma esperança elevada de que poderemos assessorar o governo brasileiro e as instituições que são nossas parceiras no desenvolvimento e na implementação de estratégias públicas que favoreçam cada vez mais o desenvolvimento social e o crescimento econômico deste país”, afirmou Allimadi.

Andrew e Oleg tem colaborado para a preparação do Relatório Oficial das Nações Unidas sobre Cooperativismo, apresentado a cada dois anos pelo Secretário-Geral da ONU. O próximo relatório tratará de empreendedorismo cooperativo e sua contribuição para o desenvolvimento socioeconômico de países em desenvolvimento. O relatório servirá de norteamento para os governos dos países membros da ONU para implementação de políticas públicas voltadas para o cooperativismo.

O Sistema OCB contribuiu para a inserção de cooperativas brasileiras no relatório apresentado em 2021 pelo Secretário-Geral. O tema do relatório naquele ano foi o papel do cooperativismo de saúde no enfrentamento da crise sanitária.

Também participaram da visita o coordenador de Relações Internacionais do Sistema OCB, João Martins; a gerente de Relações Institucionais do Sistema OCB, Clara Mafia; o analista da OCB voltado para o relacionamento institucional de temas ligados às cooperativas de reciclagem, Alex Macedo; a analista de Cooperativismo e Monitoramento do SESCOOP/DF, Samara Sousa; e o assessor de Relações Institucionais do Sistema OCDF-SESCOOP/DF, Leopoldo Rodrigues.

Confira mais fotos da visita:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cooperativismo completa 50 anos no DF e se firma como caminho para a prosperidade

 

Em todo o Brasil, quase 20 milhões de pessoas são adeptas do cooperativismo. O coop, como também é chamado esse movimento, pode ser brevemente definido como um modelo de negócio que tem como alicerce o tripé desenvolvimento econômico e social, produtividade e sustentabilidade. Em outras palavras, também é possível definir o cooperativismo como uma filosofia de vida capaz de transformar o mundo em um lugar mais digno e justo, onde seja possível vislumbrar e materializar melhores oportunidades para todos.

 

Fazendo um recorte no Distrito Federal, os dados também são expressivos.  A região conta com mais de 236 mil cooperados, pessoas de diferentes origens, credos, classes, raças e opiniões que estão associadas a 103 cooperativas. Estas, por sua vez, integram sete ramos, ou áreas de atuação, e têm como entidade representativa a Organização das Cooperativas do Distrito Federal, a OCDF.

 

A OCDF foi criada em 1973 e trabalha diariamente para desenvolver e difundir o cooperativismo no território brasiliense, representando e defendendo os interesses das cooperativas para torná-las mais competitivas, respeitadas e admiradas em razão do papel que desempenham na sociedade.  A organização é braço da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), órgão máximo de representação do cooperativismo no país, e em meio século de existência participou ativamente de importantes conquistas que ajudaram a engrandecer o movimento cooperativista na capital federal.

 

"A OCDF é a voz das cooperativas no Distrito Federal há 50 anos. É a instituição que atua para proporcionar um ambiente adequado para o funcionamento das cooperativas que, por sua vez, contribuem para o desenvolvimento e a prosperidade local", assegura Remy Gorga, presidente da OCDF.

 

Recente conquista, que contou com a participação da OCDF, foi a sanção da Lei nº 6.617/2020. Esta instituiu a Política Distrital do Cooperativismo, iniciativa que prevê um conjunto de normativos que beneficiam, direta ou indiretamente, os ramos do setor cooperativista na promoção do desenvolvimento social e econômico.

 

A Lei Distrital do Cooperativismo é uma conquista importante para o movimento, na avaliação do presidente da OCDF. "Além de haver um reconhecimento sobre o modelo cooperativo, existe o estabelecimento de diretrizes que consolidam o cooperativismo no Distrito Federal, garante Remy.

 

Outra conquista da OCDF foi a inserção na Lei nº 6.308, de 13 de junho de 2019, lei da integridade do GDF, da obrigatoriedade das cooperativas que estabeleçam contrato com o governo do cumprimento da lei 5.764/71 quanto ao registro e regularidade com a OCDF. As coops, com a promulgação da lei, passaram a ser obrigadas a ter registro e estarem regulares na OCDF para firmarem vínculos com o Executivo local.

 

A organização também integra o colegiado de vogais da Junta Comercial, Industrial e Serviços do DF (JUCIS/DF) e ocupa cadeira no Conselho de Trabalho, Renda e Emprego da Secretaria do Trabalho do Distrito Federal, apoiando a geração de emprego e renda no território brasiliense.

 

Diversidade na atuação

 

O trabalho da OCDF não fica limitado apenas aos cenários político, econômico e social e a movimentações que possam trazer impactos para o cooperativismo brasiliense. Entre os destaques da atuação no DF, há a campanha de vacinação contra a influenza, promovida anualmente. "Este ano beneficiamos quase mil pessoas", destaca o dirigente.

 

Outra ação importante é o Dia de Cooperar (Dia C), data celebrada sempre no primeiro sábado do mês de julho. Trata-se do maior movimento de estímulo ao trabalho voluntário cooperativista do Brasil, cujo objetivo é ajudar na construção de um mundo melhor, por meio do trabalho voluntário de dirigentes e associados das cooperativas.

 

O movimento já foi celebrado em várias regiões do DF, como Ceilândia, Sobradinho, Itapoã, Santa Maria e Cidade Estrutural, e sempre ofertou à população serviços gratuitos em diversas áreas, além de comemorar o Dia Internacional do Cooperativismo.

 

A organização também promove atividades educativas, esportivas, ações que proporcionam qualidade de vida para a população do DF, além de capacitar as cooperativas registradas com a promoção de cursos, eventos, consultorias e intercâmbios.

 

O trabalho de capacitação é possível por meio de programas participativos do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Distrito Federal (SESCOOP/DF), instituição criada no ano de 1998 e que, juntamente com a OCDF, forma o sistema cooperativista brasiliense, o Sistema OCDF-SESCOOP/DF.

 

No último ano, mais de 60#$-$#das cooperativas registradas foram beneficiadas com cursos, eventos e outras atividades promovidas pelo sistema.

 

Consolidação

 

Ao longo das cinco décadas de existência da OCDF, as cooperativas se sobressaíram em diferentes momentos. É possível destacar, por exemplo, a Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF), responsável pela realização de um importante evento no calendário do Distrito Federal, a AgroBrasília.

 

"A cooperativa foi e continua sendo um importante agente de desenvolvimento para o agronegócio do DF. Ela contribuiu para o desenvolvimento de tecnologias que permitiram transformar o cerrado em campos férteis", esclarece Remy.

 

Também merece destaque o cooperativismo habitacional do DF. Como exemplo, há a região administrativa de Águas Claras, hoje a mais vertical do Distrito Federal, mas que, inicialmente, foi construída graças à existência de cooperativas habitacionais. As cooperativas de transporte também já mostraram sua relevância, apoiando, por muitos anos, o transporte coletivo na capital.

 

Um impacto positivo que o Distrito Federal tem, atualmente, é oriundo da atuação de cooperativas de reciclagem, em que muitas atuam em parceria com o Serviço de Limpeza Urbana do Distrito Federal (SLU). O SLU tem contratos com cooperativas de catadores, dos quais uma parcela são contratos de triagem dos resíduos recebidos nos galpões e outra parte são contratos para a coleta seletiva porta a porta, gerando milhares de postos de trabalho.

 

“Até pouco tempo atrás, o trabalho dessas cooperativas era todo feito no lixão, de forma muita precária. Chamava-se de cooperativa, mas era um amontado de pessoas, sem qualquer tipo de organização. Esse panorama felizmente mudou. Graças às lideranças dos catadores, às legislações que proporcionaram a criação de um novo ambiente e às atuações do governo, as cooperativas começaram a ter espaço e, hoje, atuam em parceria com o Estado, aproveitando materiais que ainda tenham valor econômico”, explica o presidente do Sistema OCDF/SESCOOP-DF.

 

As cooperativas financeiras também ganham cada vez mais destaque. Inclusive, as de crédito já estão presentes em quase todas as regiões administrativas da capital federal. "Essa é uma possibilidade de as pessoas terem acesso a todos os serviços financeiros, como conta corrente, cartão de crédito, empréstimos e aplicações”, em condições diferenciadas, analisa Remy.

 

Dessa forma, a OCDF, ao longo dos seus 50 anos, exerceu um papel fundamental para que o cooperativismo no DF esteja consolidado e preparado para desafios vindouros.

Sicoob Nova Central prevê crescimento de 20% neste ano

Criada a partir da fusão entre a Sicoob Goiás Central e a Sicoob Planalto Central, a Sicoob Nova Central prevê um crescimento de 20#$-$#neste ano. Homologada pelo Banco Central em dezembro do ano passado, a instituição tem sede em em Goiânia (GO) e uma unidade em Brasília (DF) e conta, atualmente, com R$ 11,6 bilhões em ativos, mais de 200 mil cooperados e cerca de 230 pontos de atendimento na sua região de abrangência.

A previsão de crescimento da central foi comentada na terça-feira, 7 de fevereiro, em visita à sede do Sistema OCB/GO, em Goiânia. “Este ano será muito desafiador. Temos um novo governo e novas diretrizes para a economia. Apesar disto, estamos confiantes e otimistas quanto ao potencial de crescimento do Sicoob Nova Central e do cooperativismo como um todo”, afirma o presidente da instituição, Miguel de Oliveira, que também é presidente do Centro Cooperativo Sicoob (CCS).

Na capital goiana, Miguel esteve acompanhado dos demais diretores da Sicoob Nova Central, Newton Brum (Administrativo e Financeiro), Edina Fileti (Operações) e Alaôr José de Morais (Supervisão e Riscos), além do assessor institucional da cooperativa, Edivaldo Alves. Ele falou sobre as expectativas para o restante do ano e da importância dos sistemas cooperativistas do Distrito Federal e do Goiás para o amadurecimento da central. “Ainda estamos na fase de conclusão de integração das duas cooperativas de crédito que originaram o Sicoob Nova Central. Já avançamos muito, mas ainda temos algumas etapas importantes a cumprir. O Sistema OCB/GO e o Sistema OCDF-SESCOOP/DF, por meio dos seus serviços e conhecimentos, poderão nos ajudar muito nesta tarefa”, afirmou o presidente da central.

Durante a visita os diretores da Nova Central tiveram a oportunidade de conhecer as instalações, os serviços e os gestores do Sistema OCB/GO e foram recebidos pelo presidente do Sistema OCB/GO, Luís Alberto Pereira acompanhado do presidente do Sistema OCDF-SESCOOP/DF, Remy Gorga Neto; da superintendente do SESCOOP/DF, Carla Madeira; e da gerente-geral do SESCOOP/DF, Geâne Ferreira.

Também acompanharam a reunião o presidente do Conselho de Administração do Sicoob UniCentro BR, Clidenor Gomes Filho, que também preside a Central Sicoob Uni e é membro do Conselheiro de Administração da OCB/GO; e o superintendente do Sistema OCB/GO, Jubrair Gomes, que participou de forma remota.

* Com informações do Sistema OCB/GO

 

A força da mulher no cooperativismo é tema de reportagem produzida pela Band

A TV Bandeirantes exibiu, na semana passada, uma reportagem especial que evidencia a importância da mulher no cooperativismo. O registro foi ao ar no noticiário noturno da emissora e revelou como uma cooperativa do Norte do país, comandada por uma mulher, que produz frutas e fibras trabalha para abastecer os estados do Amazonas, Roraima e São Paulo. Um outro destaque da reportagem foi uma cooperativa mineira que é presidida por uma mulher e que há mais de 20 anos presta serviços e componentes para aviação.

Para elaborar a reportagem a emissora usou dados do AnuárioCoop, documento elaborado e divulgado pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e que mostra que o cooperativismo é um movimento que está presente em todos os estados brasileiros e congrega, atualmente, 18.8 milhões de pessoas. Desse total, as mulheres representam cerca de 40-.

A TV ainda mostrou na reportagem que dentro do movimento há estímulo para a criação de núcleos femininos dentro das cooperativas com o objetivo de aumentar, cada vez mais, a participação delas em cargos executivos e de liderança.

Confira a matéria completa no SomosCoop.

Sicredi Planalto Central é uma das vencedoras do Prêmio SomosCoop Melhores do Ano

A Sicredi Planalto Central foi uma das organizações de destaque reconhecidas na 13ª edição do Prêmio SomosCoop Melhores do Ano. A premiação, promovida pelo Sistema OCB, mobilizou cooperativas de todo o país e teve, na noite de quarta-feira, 7 de dezembro, o seu ápice, reconhecendo iniciativas desenvolvidas por cooperativas brasileiras em sete categorias: Comunicação e Difusão do Coop; Coop Cidadã; Desenvolvimento Ambiental; Fidelização; Inovação; Intercooperação; e Influenciador Coop.

A cooperativa foi a terceira colocada na categoria Fidelização, com o projeto Sicredi Na Roça, uma iniciativa de sucesso pensada para fortalecer a relação com produtores rurais. Para isso, em 2021, colaboradores da organização percorreram mais de 10 mil km, visitando propriedades rurais no estado de Goiás, oeste da Bahia, Distrito Federal e Minas Gerais, oferecendo soluções financeiras para viabilizar o crescimento do produtor, bem como o desenvolvimento das comunidades localizadas nas regiões de atuação da organização.

A Sicredi Planalto Central conta, atualmente, com mais de 40 mil associados e 300 colaboradores, que possuem objetivos comuns e formam uma rede que apoia o crescimento do pequeno produtor rural, de outros setores da economia e da sociedade.

A premiação

A 13ª edição do Prêmio SomosCoop Melhores do Ano bateu um recorde. Foram avaliados mais de 78 projetos submetidos por 431 cooperativas de todas as regiões do país. Desse total, 18 iniciativas foram escolhidas como finalistas pelas comissões.

A cerimônia que revelou os vencedores foi realizada em Brasília e transmitida para todo o país pelo canal do YouTube do Sistema OCB.

Além dos troféus, as primeiras colocadas de cada categoria ganharam duas vagas em um intercâmbio cooperativista.

Seminário da Centcoop promove reflexão acerca do comportamento dos cooperados no ambiente de trabalho

A Central de Cooperativas de Materiais Recicláveis do Distrito Federal e Entorno (Centcoop/DF) reuniu, nos dias 25 e 26 de novembro mais de 60 pessoas, entre líderes e cooperados, para 3° Edição do Seminário Rede CENTCOOP/DF, que teve o apoio do Sistema OCDF-SESCOOP/DF.

 O objetivo foi proporcionar, de forma dinâmica e em ambiente agradável, a abordagem de conteúdos importantes que impactam diariamente no comportamento das lideranças de catadores e dos cooperados no ambiente de trabalho. Entre os temas debatidos, podemos destacar: comunicação não violenta, inteligente emocional, sentimento de pertencimento do negócio coletivo, dentre outros.

“Todos as falas e debates foram importantes para provocar uma autoavaliação, em cada cooperado presente, sobre o seu comportamento no ambiente de trabalho e como isso afeta o dia a dia da cooperativa. Lideranças e cooperados foram estimulados a participar de forma dinâmica e houve realmente uma entrega dos participantes. Sem dúvidas, ficou claro que nesses dois dias houve um desapego relâmpago da rotina diária e todos se esqueceram dos problemas corriqueiros da vida. Foi muito positivo!”, conta a diretora-presidente da Centcoop/DF, Aline Sousa.

O evento contou com palestra do gerente geral do Sistema OCDF-SESCOOP/DF, Paulo Cesar Barbosa. Ele apresentou aos catadores cooperados o Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC), desenvolvido pelo SESCOOP/DF para estimular o desenvolvimento da autogestão nas organizações que compõem o cooperativismo no Distrito Federal.

O superintendente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (FIEG) também participou do Seminário proferindo palestra com o tema “Estratégia e Atuação de Mercado”. O empresário Igor Montenegro é também ex-superintendente do Sebrae Goiás.

 

imagem site coop

Cooperativistas celebram resultados de 2022

Em clima descontraído, presidentes e dirigentes de cooperativas do DF participaram, na noite de quinta-feira, 1º de dezembro, do Encontro de Presidentes de Cooperativas para celebrar as conquistas alcançadas ao longo do ano de 2022. O evento também foi um momento no qual as lideranças puderam fortalecer relações e trocar experiências e conhecimento, após mais um ano repleto de desafios para as cooperativas locais.

O presidente do sistema cooperativista brasiliense, Remy Gorga Neto, abriu o encontro comentando sobre a evolução do cooperativismo local, mencionou alguns desafios e, sobretudo, elencou conquistas alcançadas ao longo do último ano.

Remy salientou a relação positiva construída pelo Sistema OCDF-SESCOOP/DF com o Executivo local – que continuará por mais quatro anos -, com parlamentares da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) e da Câmara Federal. Segundo ele, estabelecer esses vínculos foi fundamental para permitir o desenvolvimento do cooperativismo distrital. “Iremos continuar com essa boa relação aqui no Distrito Federal para que a gente tenha um ambiente cada vez mais propício para o desenvolvimento do cooperativismo e, em âmbito nacional, temos a atuação da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), que estará empenhada junto ao novo governo para assegurar crescimento e melhorias para o nosso setor”, disse ele.

O dirigente aproveitou a oportunidade para lembrar sobre o cinquentenário da OCDF, no próximo mês de fevereiro, e informar que serão desenvolvidas atividades para comemorar a data e fortalecer ainda mais o modelo de negócio cooperativista.

Presente ao evento, a superintendente da OCB, Tânia Zanella, também comentou sobre o cenário do cooperativismo no DF e trouxe um discurso otimista para os dirigentes. “Hoje é um dia para comemorar. Não poderia deixar de vir até aqui, parabenizar cada um de vocês e dizer que nós, da OCB, temos orgulho do cooperativismo do Distrito Federal. Embora ainda estejamos vivendo tempos difíceis, temos a responsabilidade de conduzir o país à normalidade. O Brasil precisa dar certo e esse objetivo passa pelo cooperativismo, que precisa ser cada dia mais forte”, observou Tânia.

O Encontro de Presidentes de Cooperativas do DF é uma atividade tradicional do calendário do Sistema OCDF-SESCOOP/DF e promove, também, um momento de interação, celebração e confraternização entre os dirigentes de cooperativas dos mais diversos ramos presentes na capital.

Definida a data para a edição 2023 da AgroBrasília

A AgroBrasilia, uma das maiores feiras de agronegócio do Brasil, já tem data para ser realizada em 2023. O evento é organizado pela Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa/DF) e ocorrerá entre os dias 23 a 27 de maio, no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, espaço localizado às margens do km 5 da BR-251.

A feira conta com apoio do Sistema OCDF-SESCOOP/DF desde a sua primeira edição, em 2008, e em 2022 reuniu, ao longo de cinco dias, aproximadamente 135 mil pessoas e 520 expositores, reforçando o potencial agrícola do Distrito Federal e também os princípios que sustentam o cooperativismo na região do Distrito Federal.

O trabalho de difusão da cultura cooperativista é costumeiramente desempenhado pelo Sistema OCDF-SESCOOP/DF em um dos estandes da feira. Neste ano, a programação do espaço contemplou ações para o público infantil e adulto, atraindo centenas de pessoas que puderam conferir uma exposição com produtos de cooperativas locais.

A AgroBrasília 2022 marcou a retomada presencial do evento, que havia sido realizado pela última vez em 2019 e registrou um volume de R$ 4,6 bilhões em negócios.

Para 2023, a expetativa os organizadores já estão trabalhando e têm como objetivo superar os números registrados na edição passada.

Cooplem estreita relacionamento com cooperativa de Santa Catarina

Dirigentes e colaboradores da primeira cooperativa de idiomas do Brasil administrada por professores, a Cooplem, visitaram, no início do mês, a sede da Cooperativa Magna, na cidade de Concórdia, Santa Catarina. O grupo foi acompanhado por integrantes do Sistema OCDF-SESCOOP/DF e aproveitou a oportunidade para conhecer a estrutura da organização catarinense e intercambiar conhecimentos.

O interesse pela troca de experiência com a cooperativa catarinense é uma das metas apontadas pela Cooplem em seu planejamento estratégico para 2022. A Magna foi fundada em 1997 e nos últimos anos tem se consolidado como uma referência regional, tendo como diferencial a preocupação com a formação de cidadãos analíticos e críticos. Para isso, a organização utiliza o modelo de educação cooperativista, prezando pela valorização humana, o respeito às diferenças e o incentivo às potencialidades de cada aluno. A cooperativa também é uma referência quando o assunto é aprimorar processos de gestão e governança, sendo destaque nacional no Programa de Desenvolvimento de Gestão das Cooperativas (PDGC).

O reconhecimento por todo esse empenho em prol da difusão do cooperativismo veio na edição 2018 do Prêmio SomosCoop – Melhores do Ano, ocasião em que a cooperativa ficou em 1º lugar na categoria Comunicação e Difusão do Cooperativismo, alcançando o nível Prata.

“A Cooplem participa do PDGC desde o ano de 2013 e, portanto, temos uma trajetória de busca por melhorias nos processos de gestão e governança. Como a Magna tem uma atuação dentro da área educacional, uma estrutura toda voltada para esse setor e tem se destacado, pensamos e amadurecemos a ideia de ir até lá conhecer a cooperativa in loco e compreender o modo de trabalho que os levaram a esse nível de excelência”, conta a presidente da Cooplem, Márcia Bencker.

Entre as atividades realizadas pela comitiva brasiliense esteve a visita técnica para conhecer, em detalhes, o funcionamento do Colégio CEM, mantido pela cooperativa na cidade catarinense. A instituição conta com mais de 400 alunos, 38 cooperados e não possui funcionários celetistas. Ou seja, o trabalho de implementação de boas práticas de gestão e governança é totalmente feito pelos professores cooperados. Durante a visita, as duas instituições falaram, ainda, sobre o PDGC, tributação, mercado de trabalho e seleção de equipe profissional. “Foi um momento de troca de experiências e de conhecimento muito proveitoso para ambas as cooperativas. Também fizemos a nossa apresentação e saímos de lá conscientes de que as cooperativas de Brasília estão muito bem assistidas e no rumo para a excelência”, acrescenta a presidente da cooperativa.

Os dirigentes da Cooplem também voltaram de Santa Catarina inspirados a elaborar e colocar em prática um projeto de educação cooperativista. Isso porque eles conhecerem, no colégio mantido pela Magna, a Minicidade Cooperativista, uma iniciativa pioneira e inovadora cuja proposta tem proporcionado às crianças experiências reais de cidadania e vida comunitária.

Na Minicidade, os próprios estudantes são os responsáveis pela condução dos rumos da pequena comunidade e isso possibilita adquirir conhecimento sobre os setores básicos de uma sociedade organizada. Contudo, são empregados conceitos diferenciados de cidadania.

O projeto é guiado pela direção da escola e a Comissão de Trabalho da Minicidade por meio de eixos de atuação: polo empreendedor, cultural, científico, financeiro, político e comercial, sendo de responsabilidade dos estudantes da escola o papel de gerir cada uma dessas áreas. Para isso é realizada uma eleição que envolve toda a escola.

São escolhidos por votação o prefeito (a), o vice-prefeito (a) e os vereadores. Os pequenos cidadãos discutem, elaboram projetos e executam ações importantes para a manutenção e o desenvolvimento da Minicidade. Para isso, os professores sugerem atividades que contemplem um mundo mais humano, solidário e sustentável.

Além de Márcia, participaram do intercâmbio um membro do conselho administrativo, o diretor pedagógico, a assessora pedagógica e a diretora do núcleo de secretaria

Glenda Kozlowski enaltece o cooperativismo na estreia do SomosCoop na Estrada

 

Emocionante! Essa foi a palavra mais utilizada para descrever o primeiro episódio da websérie SomosCoop na Estrada, lançada em live especial nesta segunda-feira (31), pelo Sistema OCB. Sob o comando da jornalista e apresentadora Glenda Kozlowski, a websérie apresenta uma expedição por todo o país para demonstrar o dia a dia das cooperativas na prática e seu potencial de transformação social. Além de Glenda, Guga Kurten, garoto-propaganda do SomosCoop, também participou da live para reforçar a importância desse jeito diferente de fazer negócios.

“Não tinha a dimensão do que é o cooperativismo. Esse sentimento de cooperação humaniza e alcança a todos. Estamos falando de pessoas que cuidam de pessoas, do meio ambiente e que reverberam isso para a comunidade. Esse sentimento tocou meu coração, porque todos são super-heróis enfrentando seus desafios, sem deixar de acolher. Tenho trazido muita coisa do coop para dentro da minha casa, em minhas reflexões e momentos de meditação”, salientou a jornalista.

Guga, por sua vez, lembrou que lembrou que sua família é cooperativista, até seu avô. Na visão do esportista, a relação de confiança é a parte mais expressiva do movimento. “Fazíamos as compras na mercearia e deixávamos anotado na conta de cooperado e esse é o tom, o da confiança. A união transforma nossas reais capacidades de sobrevivência e nos dá fôlego para continuar fazendo mais e melhor. Quando vemos o funcionamento de uma cooperativa de perto, podemos comprovar essa transformação que o movimento traz para suas comunidades”.

Descontraído, Guga acrescentou que o potencial do cooperativismo precisar ser mais conhecido pela sociedade e seus produtos e serviços, mais valorizados. “Nosso papel, meu e da Glenda, já que estamos nos holofotes, é justamente o de aumentar esse reconhecimento”.

A abertura da live foi feita pelo presidente do Sistema OCB, Marcio Lopes de Freitas, que ressaltou o objetivo da websérie: fazer com que a sociedade brasileira conheça cada vez mais o cooperativismo. “É um modelo de negócios que que não depende de governo, apenas de esforço e confiança no trabalho que geramos em conjunto. É desta forma que construímos desenvolvimento social e econômico, mas sobretudo, prosperidade. Agradeço a vocês, Glenda e Guga, por mostrarem a essência humana do coop”.

Escolha

A gerente de Marketing e Comunicação do Sistema OCB, Samara Araujo, explicou que a escolha de Glenda para comandar a websérie considerou como principal critério a curiosidade. “Queríamos ter esse olhar de descoberta, investigativo, de quem está fazendo o primeiro contato com o coop. Tem sido muito positivo contar com esses dois pontos de vista, o do Guga, que já conhece o movimento desde sempre e o da Glenda, explorando os assuntos e querendo saber e conhecer mais”.

Glenda confirmou que a descoberta dessa nova realidade tem sido extremamente significativa e gratificante. “Nasci e fui criada em centro urbano, em contato com o mar. Nunca tinha entrado em uma plantação. Fiquei impressionada com a beleza e em saber que todo o ciclo de crescimento é respeitado.  Na visita que fizemos a Coopa DF, conheci uma plantação de trigo tive uma verdadeira aula sobre essa cultura. Trouxe até alguns grãos para fazer um colar com eles para me dar proteção”.

A jornalista destacou ainda a visita feita na cooperativa Recicle a Vida, também do Distrito Federal. Segundo ela, o que mais marcou foi a garra das mulheres que passaram de catadoras de lixo a agentes ambientais. “São histórias de vida e de transformação social incríveis”, ressaltou. Além disso, Glenda se tornou associada da Coop, cooperativa de consumo de Santo André (SP). “Saí cooperada e com a compra do mês no porta-malas. É indescritível a importância dessa coop para a cidade que reúne farmácia, supermercado, posto de gasolina. E é algo que passa de pai para filho, lindo de se ver”, reforçou.

Para as gravações da primeira temporada da websérie, que conta com dez episódios, Glenda também conheceu o funcionamento das coops de crédito, de infraestrutura, de transporte, de saúde e educacional e cada uma das experiências a deixou ainda mais apaixonada pelo movimento. “Logo quando cheguei das primeiras gravações falei com meu diretor de jornalismo que precisamos mostrar esse Brasil que dá certo. Precisamos conhecer e aprender com esse universo”, afirmou.

A jornalista disse ainda que o coop pode ser resumido em uma única palavra: amor. “Quando amamos, fazemos direito, geramos prosperidade e respeitamos o próximo. E eu percebi tudo isso na essência do cooperativismo. Amor transforma e cria”, concluiu.

SomosCoop na Estrada

De maneira descontraída, a série informa como é desenvolvido o modelo de negócios cooperativista desde as atividades iniciais até a prosperidade que levam para as comunidades onde estão situadas. As visitas desta primeira temporada contemplam os sete ramos do coop: Agro, Consumo, Crédito, Infraestrutura, Saúde, Transporte, Trabalho, Produção de Bens e Serviços e foram gravadas na Bahia, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais e São Paulo.  Para a segunda temporada, estão reservadas muitas novidades e boas histórias sobre como ser competitivo e cooperativo ao mesmo tempo.

Os dois primeiros episódios, gravados nas cooperativas do Distrito Federal Recicle a Vida e COOPA-DF, foram disponibilizados nesta segunda-feira. O mote do primeiro é a transformação da realidade social dos cooperados e de pessoas ao seu redor. No segundo, o tema é a inovação no Agro a partir da pesquisa e do apoio técnico. No total, cinco unidades da federação e 10 cooperativas foram visitadas para a produção da primeira temporada.

 “Só temos a agradecer e desejar que todas as coops venham conosco mostrar para a sociedade o quanto é belo nosso movimento. Com certeza tem muita coisa boa por vir nos próximos episódios”, disse a superintendente Tania Zanella, ao encerrar a live.

 

Encontro de Secretariado é realizado de forma presencial após dois anos

A cidade de Pirenópolis, em Goiás, foi o local escolhido pelo Sistema OCDF-SESCOOP/DF para a realização da 19ª edição do Encontro de Secretariado de Cooperativas do Distrito Federal. O evento, que voltou a ser presencial após dois anos, ocorreu entre os dias 29 de setembro e 1º de outubro e permitiu que os responsáveis pelo secretariado das cooperativas locais pudessem aprimorar as técnicas e práticas, expandir conhecimentos, bem como aperfeiçoar atitudes e habilidades essenciais às funções que exercem dentro das organizações em que atuam.

O encontro faz parte do calendário anual de atividades do Sistema OCDF-SESCOOP/DF e também fomenta a intercooperação, incentiva o trabalho em equipe, além de contar com momentos de muita diversão e troca de conhecimentos. A programação especial foi pensada pelo sistema cooperativista distrital visando a melhoria do assessoramento das organizações.

Mestre em Educação e especialista no fomento ao cooperativismo, Rafael Presotto foi quem conduziu os trabalhos ao longo do encontro. No primeiro dia, ele organizou uma dinâmica de integração, comentou acerca das expectativas e detalhou a maneira como ocorreriam as atividades durante os três dias de evento.

No segundo dia, os participantes puderam ampliar conhecimentos por meio de oficinas. O secretariado e os desafios da comunicação na cooperativa foram os assuntos que regeram a primeira apresentação da manhã. Na sequência, o facilitador falou sobre a relação de metodologias ágeis e os processos organizacionais de uma cooperativa. No período da tarde, mais duas oficinas: a primeira sobre secretariado e as possibilidades de qualidade de vida no trabalho, e a segunda uma reflexão sobre o período de pós-pandemia.

O encontro foi acompanhado de perto pelo presidente do Sistema OCDF-SESCOOP/DF, Remy Gorga Neto, e pela superintendente do SESCOOP/DF, Carla Madeira. A dupla ressaltou aos participantes a importância do cooperativismo, bem como a relevância do trabalho de secretariado para o desenvolvimento das cooperativas instaladas no DF.

Quem participou, fez elogios à maneira com que o encontro foi conduzido e aos conteúdos que foram compartilhados. Nayanne de Souza, da Querubim Saúde, foi uma delas. Ela esteve presente na atividade pela primeira vez e ficou satisfeita com o que pôde absorver.  “Esse encontro apresentou de forma muito prática o cooperativismo. Aprendi sobre desenvolvimento pessoal e profissional de uma forma muito humanizada e certamente levarei isso para o dia a dia em minha cooperativa”, disse ela.

SomosCoop na Estrada vai lançar primeira temporada

A websérie SomosCoop na Estrada, projeto coordenado pelo Sistema OCB para mostrar o dia a dia das cooperativas na prática, está pronta para o lançamento da sua primeira temporada. Com dez episódios gravados nos estados de Goiás, Minas Gerais, Bahia e São Paulo, além do Distrito Federal, o programa informa de maneira descontraída como se desenvolve esse jeito diferente de fazer negócios, desde as cooperativas até as benfeitorias que se estendem para as comunidades onde elas estão localizadas.  

A apresentação dos episódios é feita pela jornalista Glenda Kozlowski, que vem percorrendo o Brasil em um veículo off road personalizado com a marca SomosCoop. No conteúdo, bate-papos e depoimentos de pessoas que a jornalista encontra no caminho, bem como os detalhes do trabalho desenvolvido pelas coops na prática.  

Os primeiros episódios, gravados nas cooperativas do Distrito Federal Recicle a Vida e CoopaDF, serão disponibilizados no dia 31 de outubro no site do SomosCoop e também no canal Youtube do SomosCoop. Uma live especial para o lançamento do projeto será realizada às 15h, com a participação da jornalista Glenda Kozlowski e de Guga Kuerten, que representa o movimento SomosCoop. 

“Nosso objetivo é engajar cada vez mais a sociedade na defesa do cooperativismo como um modelo de negócios democrático e inclusivo e que molda perfeitamente as tendências e desejos do consumidor da atualidade e do futuro. Por isso, queremos mostrar o potencial das cooperativas, como elas trabalham e tudo o que elas fazem em favor do nosso país”, afirma Samara Araujo, gerente de Marketing e Comunicação do Sistema OCB e coordenadora do projeto.  

Na cooperativa Recicle a Vida, o episódio aborda a transformação da realidade social dos cooperados e pessoas ao seu redor, bem como a importância da reciclagem em prol da sustentabilidade. Na Coopa-DF, por sua vez, o tema é a inovação no agro a partir da pesquisa e do apoio técnico.  

Depois do DF, o SomosCoop na Estrada seguiu para o estado de Goiás, onde foram gravados dois episódios nas cooperativas Complem e Sicoob Centro Sul que tratam de temas como a importância da educação financeira e da proporcionalidade versus poder de voto. O destino seguinte foi Belo Horizonte, com paradas nas cooperativas Unimed, para abordar o que garante o sucesso da maior cooperativa de saúde do mundo; e CoopMetro, com destaque para a diversidade e a inovação que marcam as atividades da cooperativa de transporte. Em São Paulo, a visita de Glenda foi na Coop, cooperativa de consumo, enquanto na Bahia, a Coopeb vai detalhar o funcionamento de uma cooperativa educacional.  

Os sete ramos do cooperativismo são contemplados nessa primeira temporada: Agro, Consumo, Crédito, Infraestrutura, Saúde, Transporte, Trabalho, produção de bens e serviços. A segunda, por sua vez, começa a ser gravada em 2023 e promete muitas novidades e boas histórias sobre como ser competitivo e cooperativo ao mesmo tempo.